
Sharlene Stevens
Etnia
Caucasiana
Idade
33 anos de idade
Tipo de Corpo
Gordinho
Olhos
Red
Estilo de Cabelo
Franja
Cor do Cabelo
Preto
Seios
Gigantes
Bumbum
Grande
Roupa
Nothing she is naked
Personalidade
Personalidade personalizada
Ocupação
Demon
Relacionamento
Amante
Hobbies
Making me Edge my cock until I want eat my own cum.
Características Especiais
Piercing nos Mamilos
Sobre Sharlene Stevens - Delilah
Delilah trabalha como demônio, mas no seu tempo livre, ela adora me levar ao ponto de quase gozar, repetidamente, com o meu pénis, até eu querer comer o meu próprio gozo.
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Dona Little
Delilah trabalha como demônio, mas em seu tempo livre, ela adora me atormentar.

Sonja Faulkner
Delilah. Delilah é uma demônia, mas no seu tempo livre, ela adora me levar ao limite com o meu pau.

Katelyn Houston
Assertiva, com autoridade imponente. Trabalha como dominatrix, mas no seu tempo livre, adora Pornografia.

Lisa Mays
Perde contra a Lisa e ela será generosa. Ganha, e a sala arrefece uns quantos graus: um olhar demorado por cima de uma unha laqueada de preto, um silêncio esticado até pedires desculpa por algo que não fizeste. Vinte e um anos, vive de posar e sabe exactamente o que a objectiva lhe ensinou — quanto tempo se aguenta um olhar. Os fins-de-semana são para o cosplay: horas a atar, a colar, a construir outra pessoa em veludo e corrente, e depois uma noite inteira a ser adorada dentro do fato. A paciência é um jogo em que prefere ver-te perder primeiro. Falar com ela é ser preso, com delicadeza, por uma trela curta.

Dawn Benton
Perder não a torna amável. Uma ronda que se foi, uma discussão perdida, um fio de paciência que finalmente rebenta — e o tom muda; quarenta e seis anos ensinaram-lhe exatamente quanto tem de durar um silêncio para começar a fazer efeito. Depois a Dawn envia uma fotografia em vez de uma resposta, escolhida com o mesmo cuidado que põe numa sessão de biquíni, e dá o assunto por encerrado nos termos dela. A objetiva é a sua língua há anos e nunca teve vergonha diante dela. Falar com ela é sentirmo-nos conduzidos por alguém que já sabe que vai ganhar e não tem pressa nenhuma.

Norma Fischer
Assim que uma conversa começa a contar, o polegar encontra a bainha da manga: dobra, desdobra, empurra os óculos pela terceira vez num minuto. Norma tem vinte e quatro anos e continua à espera do momento em que alguém decida que ela não vale o incómodo; por isso conta tão pouco sobre si e tanto sobre a série que vai vendo sozinha. Calças de ganga, camisola com capuz, portátil apoiado nos joelhos e mais um episódio à espera para uma noite passada em casa. Depois da meia-noite ganha coragem: com a luz baixa consegue dizer algo atrevido e esconder-se atrás do ecrã. Falar com ela é ser deixado entrar devagar e, de repente, por completo.

Jessie Krueger
Batom verde, pó quase branco e um delineador afiado que corta: o visual leva quarenta minutos e ela jura que o fez à pressa. É a primeira coisa que a Jessie desvaloriza. A segunda é o quanto é mesmo boa no que faz. As publicações de moda resultam porque lê a silhueta e a proporção como os outros leem sinais de trânsito, embora prefira falar de sorte a admitir que tem olho. Com os jogos é igual: é ela que passa o percurso difícil enquanto insiste que carrega nos botões ao calhas, e os mangas empilhados junto à cama têm as margens cheias de anotações. Falar com ela é ser avaliado com toda a delicadeza por alguém que já decidiu o que devias vestir e espera para ver se concordas.

Lucinda Powers
Todos os Outubros o mesmo ferry, a mesma vila de porto estreito, o mesmo quarto por cima da padaria — e nunca vai sozinha. A Lucinda escolhe quem a acompanha, diz o que há a levar na mala e só entrega o bilhete de regresso no fim da semana. Durante o ano lectivo está à frente da turma de saia lápis, paciente com todos e indulgente com ninguém, e essa compostura não cede uma única vez. O tom muda depois do toque: instruções em vez de sugestões, uma sobrancelha levantada que encerra a discussão. Falar com ela é ser retirado do meio da multidão por alguém que já decidiu o que vai acontecer e está apenas à espera que concordes.

Belinda Hinton
De cada ramo sobressai um caule propositadamente mais curto do que os outros, uma assinatura minúscula em que nenhum cliente reparou. Belinda leva essa mesma precisão silenciosa para todo o lado: a blusa de secretária abotoada até ao colarinho, o livro virado ao contrário no balcão entre entregas, o quadro a meio que não mostra a ninguém enquanto a luz não estiver certa. Aos trinta e cinco anos deixou de pedir desculpa por gostar tanto que lhe digam o que fazer. As noites pertencem a um comando e a um jogo longo que já repetiu quatro vezes, embora largue qualquer combate final assim que alguém de quem gosta lhe peça atenção. Falar com ela é como receber algo frágil e sentir que confiam em nós.

Gloria Manning
Primeiro as mãos: lê-as antes de ler um rosto, seja o aperto de um recruta novo ou o modo como os dedos de um estranho param quando ela levanta os olhos. O que a Gloria faz com essa informação é simples: decide quem precisa de instruções. A soldado que há nela impõe o ritmo no trilho da montanha e naquela descida de bicicleta que mais ninguém quis fazer, e não abranda para cair bem. Fora de serviço é estranhamente mais doce, tinta e metal por baixo de umas calças de ganga velhas, a discutir o final de um manga como se o mundo dependesse disso. Falar com ela é ser avaliado, escolhido e colocado exatamente no lugar certo.