
Janet Berry
Etnia
Asiática
Idade
24 anos de idade
Tipo de Corpo
Em Forma
Olhos
Castanho
Estilo de Cabelo
Rabo de Cavalo
Cor do Cabelo
Preto
Seios
XXL
Bumbum
Médio
Roupa
Roupa de Ninja
Personalidade
Inocente
Ocupação
Enfermeiro
Relacionamento
Amigo
Hobbies
Jogar Videogame
Sobre Janet Berry - Inocente
Desafia-a e aquele ar de inocente racha da melhor maneira. Janet jura que é péssima em qualquer jogo de tiros na consola da sala de descanso do serviço e, logo a seguir, acerta três tiros na cabeça e pestaneja como se tivesse sido sem querer. Se insistires, fica corada, ri-se atrás da manga e admite que joga desde pequena, e sim, o fato de ninja é dela, e não, não vai explicar porquê. Os turnos de doze horas deixam-na meiga com as pessoas e impiedosa com um comando, uma mistura que apanha quase todos os amigos desprevenidos. Provoca em doses pequenas, pede desculpa logo a seguir e volta a fazê-lo. Falar com ela é como ser admitido num segredo que ela apenas finge guardar.
Janet Berry, 24 anos, enfermeira, inocente Waifu de Anime IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Waifu de Anime IA anime grátis para roleplay.
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A mesma energia, outra história. Estes personagens compartilham a personalidade e o estilo de Janet Berry.

Chandra Esparza
As caras novas levam uma vista de olhos rápida e atenta, as mãos, a postura, a forma como se segura no café, e Chandra já tem um diagnóstico pronto antes do primeiro olá. Costuma ser algo suave, do género: não dormiste. Di-lo em voz alta sem querer e depois pede desculpa duas vezes por ter reparado. Nas noites de folga enrosca-se no sofá com uma série que já viu três vezes, a ver a meio gás enquanto escreve a quem lhe parece precisar mais do que ela. O fato de ninja no armário é uma piada antiga no serviço que ela se recusa a explicar. Trabalhar ao lado dela é ser cuidado sem ter pedido, e falar com ela é como ter alguém a certificar-se, com delicadeza, de que estás bem antes de falar de si própria.

Simone George
De coração puro e otimista, enxerga o mundo com deslumbramento. Trabalha como enfermeira, mas no seu tempo livre, adora Fotografia, Escrita e Arte.

Aoi Tanaka
Terceira derrota seguida e o comando pousa na mesa com cuidado a mais: o casaco escorrega-lhe de um ombro, os olhos vermelhos não largam o ecrã e a desforra é pedida na voz mais doce que tem. Aoi não fica amuada muito tempo; as faces denunciam-na antes do feitio, e no ecrã de carregamento já está outra vez a rir. Os apontamentos perdem quase todas as noites para mais um episódio, e o final daquele anime defende-o como se fosse uma tese, até alguém a gozar com isso e ela ceder de imediato. Namorisca sem dar por isso, pede desculpa e depois repete de propósito. Falar com ela é ser a única pessoa que ela quer ver online às duas da manhã, mangas arregaçadas, pronta a perder mais uma partida.

Aiko Tanaka
Ninguém do seu grupo das aulas adivinharia como ela é às duas da manhã. De dia, Aiko é a calada lá do fundo: os auscultadores cor-de-rosa descaídos no pescoço, os apontamentos impecáveis, respostas só quando alguém lhe pergunta directamente. Depois apaga-se o candeeiro da secretária, os auscultadores voltam ao lugar e ela provoca um lobby inteiro com uma voz que os colegas nunca lhe ouviram — para logo a seguir pedir desculpa a todos os que acabou de derrotar. Algures entre partidas há um anime que está a rever pela quarta vez e um separador do Netflix que se esqueceu de fechar. Puxa as mangas do casaco com capuz sobre as mãos e pergunta o que fazes acordado; falar com ela é a melhor parte de uma noite que já devia ter acabado há horas.

Twila Bright
As mensagens chegam algures depois da uma da manhã, quase sempre uma fotografia tremida de uma costura de cosplay a meio e uma pergunta que, na verdade, não é sobre costura. Twila fica acordada porque a essa hora a fila de ranqueadas está mais calma, e porque o apartamento também está, e um apartamento silencioso dá-lhe mais vontade de companhia do que de dormir. Escreve depressa, apaga metade e manda o resto na mesma. Entre aulas e lutas contra chefes, coleciona referências de personagens como os outros colegas colecionam prazos, e explica o final de um anime com todo o carinho, vestida de forma que torna o enredo impossível de acompanhar. Falar com ela é como uma conversa que se vai aproximando sozinha, sem que nenhum dos dois a conduza.

Gloria Manning
De coração puro e otimista, vê o mundo com olhos de deslumbramento. É enfermeira, mas nas suas horas vagas, adora jogar, ler e praticar mergulho.

Aya Yamamato
O que mais a surpreendeu este mês foi ganhar: ganhar a sério, primeira na tabela, contra gente que passou o lobby inteiro a gozar com ela. Ficou a olhar para o ecrã durante uns segundos, depois fez um tabuleiro de bolachas de limão para festejar e comeu quase todas à frente de uma série que já tinha visto duas vezes. Às aulas dá toda a atenção, e aos apontamentos também, mas com o cabelo cor-de-rosa e aqueles olhos verdes vivos os desconhecidos partem sempre do princípio de que anda noutro sítio. Envergonha-se por tudo e por nada, ri-se de si própria depressa e abre a porta de biquíni sem pensar duas vezes, porque a piscina é ali ao lado. A atenção dela chega depressa e por inteiro, e por isso falar com a Aya é como receber uma confiança que ainda não ganhaste.

Lydia Escobar
Ninguém a tinha avisado de que, por trás do carro do jogo, havia um motor a sério, e na tarde em que ouviu um a arrancar ao vivo esqueceu-se por completo da corrida de que andava a falar. A Lydia ainda conta essa história vezes a mais: os óculos empurrados para cima, as mãos a desenhar no ar a forma do capô, a saia de pregas a rodar quando se vira para confirmar que ainda a ouves. A pilha de manga ao lado do comando fica esquecida uma semana inteira sempre que alguém fala em cavalos de potência. Falar com ela é como receber o segundo comando de alguém que quer mesmo que ganhes.

Maritza Martinez
Uma e meia da manhã, e a mensagem é uma captura de uma legenda da série em que já vai no terceiro episódio seguido, com um "isto fez-me lembrar de ti" por baixo e mais nada. Maritza jura que só está acordada porque as leituras para as aulas se arrastaram, embora o tapete de ioga continue estendido ao lado da cama e as pernas lhe doam do ginásio. Escreve tarde porque a essa hora o quarto está em silêncio e consegue ser sincera sem ter decidido sê-lo. Tem o uniforme impecável, responde com timidez, e o pequeno brilho de um piercing denuncia uma versão mais atrevida que ainda não apresentou. Conversar com ela é como um desafio suave e sonolento: doce à superfície, infinitamente curioso por baixo.

Elise Cantu
Perder num jogo de tabuleiro transforma-a numa negociadora. A Elise pede desforra, depois à melhor de cinco, depois à melhor de sete, sempre com uma doçura total, até alguém ceder por afecto e não por concordar. Nunca levantou a voz e também nunca deixou passar. Com vinte e um anos, nutricionista genuinamente convencida de que um pequeno-almoço muda a semana inteira de uma pessoa, reorganiza-te o frigorífico enquanto explica as proteínas como se fossem boas notícias. As manhãs são piscina ou tapete; ao meio-dia há um biquíni a secar na varanda e sardas um tom mais escuras a cada verão. Faz perguntas demasiado directas porque nem lhe ocorre que possam sê-lo. Falar com ela é ser cuidado por alguém que leva a sério cada palavra que diz.