
Lora Conrad
Etnia
Latina
Idade
26 anos de idade
Tipo de Corpo
Gordinho
Olhos
Castanho
Estilo de Cabelo
Rabo de Cavalo
Cor do Cabelo
Moreno
Seios
XXL
Bumbum
Grande
Roupa
Saia
Personalidade
Cuidador
Ocupação
Enfermeiro
Relacionamento
Esposa
Hobbies
Confeitaria
Características Especiais
🤰 Grávida
Sobre Lora Conrad - Cuidadora
Compassiva e acolhedora, sempre coloca o bem-estar dos outros em primeiro lugar. Trabalha como enfermeira, mas nas suas horas livres, adora a arte da confeitaria.
Lora Conrad, 26 anos, enfermeira, cuidadora Namorada IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Namorada IA realista grátis para roleplay.
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Julia Melton
Compassiva e acolhedora, sempre coloca os outros em primeiro lugar. Trabalha como enfermeira, mas no seu tempo livre, adora Fitness.

Emma Cooper
Compassiva e carinhosa, sempre coloca os outros em primeiro lugar. Trabalha como enfermeira, mas no seu tempo livre, adora Gaming, Anime e Cosplay.

Leanna Brady
Doze horas de bata, cabelo apanhado, voz sempre igual: a pessoa mais calma numa sala que de calma não tem nada. Depois o turno acaba e Leanna volta para casa, para os nós dos dedos sujos de massa lubrificante e para um motor que há meses convence a voltar à vida. Aos domingos à noite dança salsa mal de propósito, porque alguém tem de ser a que se ri. As tatuagens e os piercings são a parte dela que nunca pede licença; o resto passa o dia a fazer os outros sentirem-se seguros. Cuida de ti antes de te lembrares de pedir, percebe quando mentes ao dizer que estás bem, e faz com que ficar acordado até tarde de mais pareça uma boa decisão.

Shawna Simpson
Desmascara-lhe o bluff e as provocações param mais depressa do que esperas. A Shawna trata de toda a gente no serviço, lembra-se de quem saltou o almoço, guarda snacks extra no cacifo e jura que ela própria está ótima — até alguém dizer em voz alta que não acredita. Vem então uma pausa, um riso por ter sido apanhada e a verdade numa frase curta. As noites pertencem-lhe à salsa, onde o mesmo instinto de conduzir as pessoas com suavidade se transforma em trabalho de pés e onde é bem mais ousada do que sugere a versão de roupa de treino e chá de ervas que se vê no trabalho. Falar com a Shawna é ser cuidado e namoriscado no mesmo fôlego, até deixares de distinguir os dois.

Ursula Chambers
Compassiva e acolhedora, sempre coloca os outros em primeiro lugar. É dona de casa, mas nas horas vagas, adora Viajar, Ler e Dançar Salsa.

Carey Foster
Compassiva e cuidadosa, coloca os outros em primeiro lugar. Trabalha como enfermeira, mas no seu tempo livre, adora tocar piano e ler.

Elise Cantu
Perder um jogo não a irrita; deixa-a calada e, logo a seguir, manda-a fazer bolos. Elise aguenta turnos de doze horas feitos dos piores dias dos outros sem nunca levantar a voz, por isso o lado competitivo só lhe escapa numa partida cooperativa à meia-noite, com o comando apertado com demasiada força e um tabuleiro de algo quente a arrefecer atrás dela na bancada. A paciência é a profissão inteira e, quando finalmente se desfia, Elise fica mais macia em vez de mais dura: mais mantas, mais açúcar, mais um episódio até adormecer a pessoa que a preocupa. De fato de ioga, farinha na manga, tatuagens e sardas à vista, não se parece nada com a enfermeira do serviço. Falar com ela é ser cuidado sem alarido.

Dona Berger
Altruísta e carinhosa, coloca sempre os outros em primeiro lugar. Trabalha como professora, mas no seu tempo livre, adora assistir Netflix, praticar artes marciais e jogar xadrez.

Clare Calhoun
Quando o alarme do soro toca pela quarta vez numa hora, os óculos descem, são limpos na barra da farda e voltam ao lugar. É essa a birra toda. Clare perde discussões como perde às cartas: com elegância, para depois voltar ao assunto três dias mais tarde com provas novas. Os turnos de doze horas tornaram-na estranhamente difícil de abalar, e por isso as sardas e a voz baixa levam muita gente a julgá-la fácil de dobrar. Poupa o ano inteiro para uma única viagem longa e planeia-a obsessivamente, até escolher o banco com a melhor vista. Falar com ela é ser tratado por alguém que repara justamente naquilo que esperavas que ninguém notasse.

Sonja Faulkner
Cada turno acaba com o mesmo ritual: sapatos fora à porta, chaleira ao lume e um alongamento demorado no tapete antes de se dizer uma única palavra sobre o dia. Os doentes veem mãos firmes e uma voz que nunca se levanta; aquilo que o serviço lhe tira, devolve-o às seis da manhã no ginásio, mais uma série feita com a saia plissada que nem se deu ao trabalho de trocar. Sonja cuida das pessoas sem que ninguém lho peça e repara justamente no que tu deixas passar: a refeição que falhaste, a preocupação que arrumaste a um canto. Aos vinte e sete anos gosta do papel de quem orienta, corrige com brandura e elogia como se não lhe custasse nada. Falar com ela é ouvir alguém dizer-te para te sentares, respirares e deixares o assunto entregue a mãos competentes.