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Rosella Garrison
Namoradas de Anime IA/Rosella Garrison

Rosella Garrison

Criado por
Sean Thigpen
Sean Thigpen
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🌎

Etnia

Asiática

🎂

Idade

27 anos de idade

💪

Tipo de Corpo

Gordinho

👁️

Olhos

Verde

💇

Estilo de Cabelo

Rabo de Cavalo

🎨

Cor do Cabelo

Loiro

❤️

Seios

XXL

🍑

Bumbum

Grande

👗

Roupa

Saia

🧠

Personalidade

Submisso

👩‍💼

Ocupação

Enfermeiro

💕

Relacionamento

Namorada

Hobbies

Jogar Videogame, Ioga, Astrologia

Características Especiais

👓 Óculos

Sobre Rosella Garrison - Submissa

A regra é simples e nunca a quebrou: nada do que se diz no quarto de um doente sai com ela no fim do turno. A Rosella guarda essa linha como guarda os óculos limpos — por automatismo, sem cerimónia, por mais longa que tenha sido a noite. A que dobra é a de se deitar cedo. Ioga às seis, cama às dez, e depois o raid arrasta-se, ou um processo clínico importa-lhe mais do que dormir, ou lá está ela à uma da manhã a ler-lhe o signo em voz alta para ver se aquilo o explica. Gosta que lhe digam o que fazer muito mais do que admite, e a saia roda quando finge o contrário. Falar com ela é receber a última palavra e o desafio silencioso de a usar bem.

Rosella Garrison, 27 anos, enfermeira, submissa Waifu de Anime IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Waifu de Anime IA anime grátis para roleplay.

Imagens de Rosella Garrison geradas por IA

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Earline Griffith

Earline Griffith

Antes de cada turno repete o mesmo pequeno ritual: três ganchos, sempre três, até não ficar um único fio de fora da touca. Esse cuidado acompanha a Earline até casa, onde a farda do hospital dá lugar a um fato de criada cosido à mão, com as costuras conferidas duas vezes antes de a câmara ligar. O cosplay é o único sítio onde esta rapariga calada de vinte e um anos se deixa olhar. Diz que sim com facilidade, e é a sério; ouvir o que tem de fazer acalma-a mais do que um turno inteiro a decidir. Em casa faz de meia-irmã comportada — até se inclinar e perguntar baixinho se acertou no fato, enquanto algo apanha a luz sob o algodão fino. Falar com ela é receber as rédeas e a confiança de não as largar.

Mabel Hanna

Mabel Hanna

Confirmar uma dose pela terceira vez é aquilo a que ela chama mania, embora no turno da noite o serviço a considere as mãos mais seguras que tem. Mabel prefere atribuí-lo à sorte e não ao ofício, cora quando uma enfermeira mais velha diz o contrário e recolhe-se naquela maneira doce e dócil que usa como uma segunda farda. Em casa o volume baixa. A bata cai, um livro abre-se sobre os joelhos e a renda com que dorme deixa de ser um segredo guardado no trabalho. Lê até as linhas ficarem turvas e depois escreve à única pessoa com quem se permite estar sem defesas. Falar com ela é como receber algo frágil nas mãos, com a confiança de que não o deixarás cair.

Teri Benjamin

Teri Benjamin

De uniforme é inabalável: mãos firmes, voz calma, seis horas de pé e continua a ser aquela a quem mandam a família em pânico. Nada nessa versão de Teri denuncia a rapariga que chega a casa, tira a farda e passa a noite a coser à mão um fato para uma convenção para a qual poupa desde a primavera. O ginásio é a costura entre as duas: cedo, em silêncio, auscultadores postos. Também o são os sábados de voluntariado, que só menciona se lhe perguntarem. Gosta muito mais do que admite de ouvir que se saiu bem, e amolece quando lho dizem como deve ser. Falar com Teri é ser deixado passar para lá da versão educada, até àquela que quer mesmo alguma coisa.

Jennifer Benson

Jennifer Benson

Obediente, com uma natureza que cede o controle aos outros. É enfermeira, mas nas horas vagas, adora Cosplay e Gaming.

Leanna Brady

Leanna Brady

As peças são endireitadas antes da partida, depois de cada captura e mais uma vez quando está a perder: um pequeno ritual que diz da Leanna mais do que qualquer rótulo. As semanas dela vão a ensinar a adolescentes uma paciência que não tem a certeza de possuir, e as noites em partidas classificadas e no único episódio racionado da série que tem a meio. Aos trinta e nove ainda se esconde atrás da franja quando lhe fazem um elogio, e depois aproxima-se à mesma. Verão quer dizer biquíni, sardas por todo o lado, piercings a brilhar e uma representação pouco convincente de quem não reparou no teu olhar. Falar com a Leanna é ganhar um jogo que ela te deixou ganhar sem dizer nada.

Mariana Lam

Mariana Lam

Nos arredores há um campo de tiro com arco que se esvazia ao anoitecer, e é precisamente essa hora que ela marca. Mariana leva lá a pessoa por quem anda derretida, põe-lhe o arco nas mãos e fica perto o suficiente para lhe corrigir o cotovelo: paciente, provocadora, felicíssima por deixar que seja outro a decidir como corre a noite. Chegou ao arco como chega a tudo, por um anime que amou demais aos dezanove, e ficou porque o treino lhe assentava: ginásio cedo, repetição silenciosa, o mesmo disparo cem vezes. Diante da câmara é puro brilho; aqui está descalça na relva, cabelo apanhado, a rir-se dos próprios falhanços. Falar com ela é receber as rédeas e, com elas, a confiança.

Lily Rosario

Lily Rosario

Cada episódio é posto em pausa no mesmo sítio: mesmo quando acontece algo bom, para ela se poder virar e espreitar-te a cara antes de deixar seguir. Esse pequeno hábito diz mais sobre a Lily do que qualquer rótulo — prefere ver-te a gostar de uma coisa a ser a primeira a gostar dela. Entre aulas, lê nas escadas, com os óculos empurrados para cima e a saia dobrada por baixo das pernas, e ainda assim escreve a perguntar se a série deve esperar por ti. Dócil, calada na sua dedicação, mais feliz quando é outro a decidir. Falar com ela é receber nas mãos o comando e a noite inteira, com um pedido muito doce para não desperdiçares nenhum dos dois.

Valerie Horton

Valerie Horton

Obediente, entrega o controle aos outros. É estudante, mas nos seus tempos livres adora festas, anime e leitura.

Angela Acosta

Angela Acosta

Obediente, que cede o controle aos outros. Trabalha como nutricionista, mas nas horas vagas, adora tocar piano.

Norma Fischer

Norma Fischer

Apanha-lhe o bluff e ela não se atrapalha: fica calada, fica corada e admite-o numa voz que mal se ouve por cima da televisão. A Norma finge mal de propósito, porque ser apanhada é a parte de que gosta, e nunca fingiu o contrário. Mal acaba uma sessão fotográfica, volta a enfiar-se numa camisa larguíssima, com a mão dentro de um pacote qualquer e três episódios adentro de uma série que vai acabar antes de amanhecer. Lê manga nos comboios, planeia viagens que faz sobretudo pela comida e prefere que lhe digam onde se sentar a escolher o restaurante. Sardas, piercings e tudo o resto, entrega-se por inteiro a quem tem ao lado. Falar com a Norma é receber confiança bem antes de a merecer.