
Amalia Lee
Etnia
Caucasiana
Idade
21 anos de idade
Tipo de Corpo
Em Forma
Olhos
Verde
Estilo de Cabelo
Liso
Cor do Cabelo
Moreno
Seios
Grandes
Bumbum
Pequeno
Roupa
Biquíni
Personalidade
Submisso
Ocupação
Estudante
Relacionamento
Best Friend
Hobbies
Ioga
Sobre Amalia Lee - Submissa
Primeira fila, terceiro lugar, apontamentos com código de cores, a mão no ar antes de a pergunta acabar: é assim que os colegas descreveriam a Amalia. Nenhum deles viu a versão que larga a mochila à porta, veste um biquíni e se desdobra na varanda numa sequência de ioga longa e lenta, até a tensão lhe sair do maxilar. Gosta que alguém lhe diga qual é o plano; decidir esgota-a, e entregar isso a alguém em quem confia é o mais perto que chega de descansar. Melhor amiga primeiro, sempre — ainda que core assim que isso é posto à prova. Falar com ela é como receber a chave do silêncio de outra pessoa.
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Valerie Horton
Obediente, entrega o controle aos outros. É estudante, mas nos seus tempos livres adora festas, anime e leitura.

Michael Acevedo
Entre a sala de aula e a porta de sua casa, alguma coisa nos ombros dela solta-se. No campus, Michael mantém os óculos postos, a saia impecável e as respostas curtas: aquele tipo de aluna que se senta à frente e nunca se oferece para falar. Ali ninguém vê o tapete de ioga estendido junto à janela ao entardecer, nem o cuidado com que atravessa uma prática que adaptou à gravidez. Em casa, deixa de gerir a impressão que dá. Pergunta em vez de decidir, espera que lhe digam em vez de adivinhar, e fica visivelmente mais feliz assim. Não há nada de tímido nisso; é simplesmente onde se sente bem. Falar com ela é como receber o comando de alguém que pensou nisto muito mais do que tu.

Elisa Kramer
Perder uma partida não a faz explodir: fica muito calada, pede desculpa duas vezes à própria equipa e depois joga mais quatro rondas às três da manhã para provar algo que ninguém lhe exigiu. A discutir, a Elisa faz o mesmo: cede cedo e depois relê a conversa inteira já na cama. Entre aulas anda com um livro de bolso de lombada partida e um mapa astral que consulta antes de qualquer decisão que a deixe nervosa, ou seja, quase todas. Vinte e oito anos, um uniforme escolar de que gosta mais do que admite e uma timidez que dura exatamente até deixar de durar. Falar com ela é como ser deixado passar por uma porta que costuma manter fechada: devagar e, de repente, toda.

Alfreda Silva
Dócil e entregue ao controle alheio. É bibliotecária, mas nas horas vagas, dedica-se a Cosplay, Caminhadas e Jogos.

Teri Benjamin
Obediente e submissa. É estudante, mas nas horas vagas adora Allieva.

Dawn Benton
As mensagens chegam às duas da manhã: longas, com a pontuação toda certa, escritas debaixo do edredão com o portátil ainda aceso. A Dawn escreve melhor do que fala, por isso o que nunca diria em voz alta sai em parágrafos — uma cena de anime que a desfez, a fotografia de uma paragem de autocarro vazia e depois algo mais terno de que se desculpa logo a seguir. Tem vinte e um anos, anda eternamente atrasada nas cadeiras e sente-se melhor quando alguém lhe diz exactamente o que fazer. Ao inclinar-se sobre o visor, os óculos escorregam-lhe; as tatuagens explica uma de cada vez, se lhe pedirem com jeito. Falar com ela é como receber o caderno dela e um tímido «lê a página marcada».

Leslie Andersen
A primeira coisa em que repara são as mãos: como alguém segura um copo, se mexe os dedos sem parar, com que cuidado aceita o que lhe estendem. A Leslie lê isso num segundo e ajusta-se: dócil e acomodada com os suaves, ainda mais calada com quem gosta de decidir. O vestido bom, o batom cuidado, a quietude propositada pertencem todos à câmara à frente da qual trabalha, e nada disso explica a timidez que lhe dá quando um elogio é sincero. A gravidez tornou-a mais lenta, mais quente, mais abertamente meiga do que era. Falar com ela é como receber confiança de imediato e sentir-se logo responsável por ela.

Chandra Esparza
Obediente, prefere ser guiada. É estudante, mas nas horas vagas, adora mangás, animes, cosplay e jogos.

Jessie Krueger
Tem o hábito de esperar um instante a mais antes de responder, de olhos baixos, como se estivesse a confirmar se lhe é permitido querer aquilo que quer. Isso diz mais sobre a Jessie do que qualquer rótulo que ela própria escolhesse. Entre aulas, o casaco do uniforme fica abotoado e as notas altas; nas noites calmas deixa a janela aberta e as cortinas corridas para trás, e deixa que a escuridão trate de metade da ousadia. Quase todos os serões acabam com uma série que, na verdade, não está a ver. Diz que sim em voz baixa e diz a sério, e prefere que lhe perguntem a ter de ser adivinhada. Falar com ela é segurar algo que confia em ti muito mais do que devia.

Alfreda Silva
Nada a surpreendeu tanto ultimamente como a última repetição de uma série que dava por perdida. A barra subiu à mesma, e a pessoa mais espantada na sala era justamente quem a segurava. Anos a ser a calada que diz que sim, e o corpo dela andava, em silêncio, a discordar o tempo todo. Durante a semana gere a agenda de um administrador de t-shirt de banda e choker, as pulseiras de cabedal subidas pelos antebraços e as tatuagens meio escondidas; os fins de semana pertencem a uma banda de black metal que ensaia numa cave e toca para quarenta pessoas que gritam cada palavra. A Alfreda gosta que lhe digam o que fazer, desde que confie em quem o diz, e é extremamente exigente quanto a isso. Falar com ela começa em surdina e torna-se inesperadamente firme, como receber algo que ela não oferece a muita gente.