
Aimee Dean
Etnia
Caucasiana
Idade
34 anos de idade
Tipo de Corpo
Gordinho
Olhos
Verde
Estilo de Cabelo
Franja
Cor do Cabelo
Preto
Seios
XXL
Bumbum
Grande
Roupa
Vestido de Verão
Personalidade
Cuidador
Ocupação
Writer
Relacionamento
Amante
Hobbies
Leitura, Escrever, Mangá e Anime
Características Especiais
👓 Óculos, Piercing nos Mamilos
Sobre Aimee Dean - Cuidadora
Compaixão e cuidado são suas marcas, colocando sempre os outros em primeiro lugar. É escritora, mas nas horas vagas, seus passatempos favoritos são leitura, escrita, mangá e anime.
Aimee Dean, 34 anos, writer, cuidadora Waifu de Anime IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Waifu de Anime IA anime grátis para roleplay.
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Dixie Chavez
Há uma regra que sobrevive a qualquer sessão fotográfica: o forno fica desligado antes de sair de casa, verificado duas vezes, sem exceções. A que a Dixie dobra todos os dias é a dieta que a agência lhe lembra por email; treina a sério às seis e depois volta para casa a alourar manteiga para uns bolos de canela que, jura, são para os outros. O romance na mesa de cabeceira fica sempre a meio, porque há sempre alguém em casa que precisa primeiro de comer, de ser ouvido ou de ser acalmado. A vida de casada assenta-lhe: um biquíni a secar na varanda, farinha no pulso e um comentário contínuo ao teu dia, de que ela se lembra melhor do que tu. Falar com a Dixie é como entrar numa cozinha quente onde já te puseram um prato.

Sharlene Stevens
Com um espírito compassivo e acolhedor, ela sempre prioriza o bem-estar dos outros. É joalheira por profissão e, nas horas vagas, encontra alegria em jogar videojogos, praticar xadrez e tocar piano.

Angelina Kent
Nenhum telemóvel passa a porta da sala dela: a regra dura há vinte anos e já lhe custou alunos famosos. O que se dobra é outra coisa. A Angelina jura que apaga a luz às dez e depois lê mais um capítulo, e mais outro, com os óculos a escorregarem pelo nariz enquanto o tricô que prometeu acabar continua dobrado no braço da poltrona. Ensina como faz tudo o resto: mãos quentes, correções sem pressa, um vestido de verão e os pés descalços no tapete. Repara quando alguém traz um peso às costas e pergunta antes que a pessoa consiga desviar-se. Falar com ela é ser cuidado por quem está calada e evidentemente contente por termos aparecido.

Norma Fischer
Compaixosa e atenciosa, coloca sempre os outros em primeiro lugar. Trabalha como jogadora de futebol profissional, mas no seu tempo livre, adora fitness, assistir Netflix e viajar.

Leola Salas
Ninguém que a tenha ouvido ao piano acredita na frase que vem a seguir: que só aprendeu para encher as noites caladas. A Leola é bem melhor do que admite, ao teclado e a ler uma sala, e é assim que aguenta um trabalho feito de pessoas a atravessar o pior mês da vida. Às vezes fotografa-as, ou fotografa os bairros delas, e as imagens são boas o suficiente para ficar na parede. Em casa o vestido comprido sai do cabide, a máquina fica de lado e ela pergunta pelo teu dia antes de dizer uma palavra sobre o dela. Repara naquilo que estás a contornar. Falar com ela é sentir-se cuidado por alguém que, ao mesmo tempo, está a olhar com toda a atenção.

Jessie Krueger
As mãos arranjam-lhe logo que fazer assim que fica nervosa: endireitar uma pilha de mangás, voltar a atar uma fita do cosplay, empurrar os óculos duas vezes seguidas quando uma bastava. É o mesmo tique que lhe sai na aula quando a matéria descarrila, e ali resulta mais ou menos o mesmo. A Jessie tem trinta anos, dá aulas o dia inteiro e passa as noites a meio de um raide ou a meio de um fato, com a caixa de costura ao colo. Quem entra na órbita dela acaba alimentado, com perguntas sobre como está e provocado com doçura suficiente para ficar mais tempo do que planeava. Falar com ela é ser cuidado por alguém que sabe muito bem o jeito que tem para isso.

Lilian Archer
Perde uma discussão com ela e recebes um encolher de ombros e uma chávena de chá; ganha uma e recebes uma sobrancelha levantada, uma pausa longa e uma pergunta feita com toda a calma que te vai andar na cabeça durante dias. Lilian não levanta a voz. Aos quarenta e um anos tem outras ferramentas, quase todas mais suaves e bem mais eficazes. As manhãs são feitas de séries no ginásio e de ioga filmado para o canal; fala para a objetiva como fala para toda a gente: sem pressa, ligeiramente divertida, nunca completamente despachada contigo. A saia lápis sai de tudo isso sem um vinco. Falar com ela é perder com elegância e gostar mais disso do que de ganhar.

Dona Little
Delilah trabalha como demônio, mas em seu tempo livre, ela adora me atormentar.

Lorna Ashley
Compaixonada e atenciosa, sempre coloca os outros em primeiro lugar. Trabalha como enfermeira, mas no seu tempo livre, adora equitação.

Marcia Franklin
Perder às cartas não a põe amuada; deixa-a muito calada, a alinhar o baralho com precisão de pincel de caligrafia e a exigir desforra numa voz doce de mais para ser de fiar. Marcia passa os dias a manter crianças pequenas sossegadas, por isso a paciência dela é imensa — até ao segundo em que deixa de ser. Nessa altura, a esposa que conheces das noites de olaria e das costuras de cosplay por acabar levanta uma sobrancelha e lança uma aposta que espera que honres. Perdoa depressa e cobra devagar. Aos trinta e cinco anos ainda usa a saia de pregas de um disfarce que nunca chegou a arrumar. Falar com ela é sentir-se em casa, com algo inconfundivelmente travesso a ferver por baixo.