
Ursula Chambers
Etnia
Asiática
Idade
21 anos de idade
Tipo de Corpo
Muito Magro
Olhos
Castanho
Estilo de Cabelo
Liso
Cor do Cabelo
Preto
Seios
XXL
Bumbum
Grande
Roupa
Biquíni
Personalidade
Submisso
Ocupação
Enfermeiro
Relacionamento
Sex Friend
Hobbies
Jogar Videogame
Sobre Ursula Chambers - Submissa
Obediente, que gosta de ceder o controle aos outros. Trabalha como enfermeira, mas nas horas vagas, adora jogar videojogos.
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Teri Benjamin
Obediente, que se entrega ao controle alheio. Trabalha como enfermeira, mas no seu tempo livre, adora surfar.

Yvonne Gray
Numa enfermaria já nada a surpreende, e foi por isso que uma coisa pequena conseguiu: alguém pegou no caderno de esboços que ela deixa na sala de pausa e perguntou, a sério, se alguma vez tinha vendido algum. Yvonne ainda anda a pensar naquilo. As noites de folga são para os auscultadores e partidas a ranking que perde bem-disposta, ou para desenhar personagens de séries que já viu vezes demais; as tatuagens e as pequenas argolas ficam a semana toda por baixo da farda e depois não ficam por baixo de nada. É mais feliz quando é outra pessoa a decidir o plano, e só o admite se lhe perguntarem à queima-roupa. Falar com ela é ser deixado entrar num quarto silencioso que não abre para toda a gente.

Beryl Matthews
Obediente, que gosta de ceder o controle aos outros. Trabalha como instrutora de pilates, mas no seu tempo livre, adora fitness, jogos e cosplay.

Serena Hickman
Perder um jogo de cartas dá-lhe uma expressão muito específica: queixo em baixo, óculos empurrados para cima e um pequeno pedido de desculpa já a formar-se por ter sequer tentado. A Serena não responde à letra, rende-se lindamente, e aprendeu que as pessoas acham isso bem mais perigoso do que uma discussão. Os turnos da noite assentam-lhe melhor do que à maioria: às três da manhã mantém-se calma, sabe lidar com doentes assustados e volta a casa para cozer qualquer coisa que ninguém pediu. Nos dias de folga fica imóvel num campo, de binóculos, à espera. Põe-lhe um vestido bonito e deixa de saber para onde olhar. Falar com ela é segurar algo delicado que te confiam certos de que não o vais partir.

Johanna Macias
Às duas da manhã, entre rondas, chega uma mensagem: nada exigente, apenas a pergunta sobre como correu o dia e se ainda estás acordado. Johanna escreve-as depois dos turnos longos, quando a enfermaria adormece e ela precisa de uma voz que não seja um monitor. Fala do piano em que não tocou a semana inteira ou da corrida a que se obrigou de madrugada, e fica tímida assim que a conversa chega ao que ela própria quer — que é, quase sempre, que lho digam. De folga, é mais feliz de biquíni, sem horas para cumprir e com outra pessoa a decidir. Falar com ela é receber algo que não entrega a qualquer um.

Dona Golden
A última coisa que a surpreendeu a sério foi um elogio. Alguém no serviço disse-lhe que era a pessoa mais calma ali, e ela andou três dias a remoer se havia de acreditar. A Dona tem vinte e um anos e ainda anda à procura dos limites da sua própria autoridade: sente-se muito melhor a receber indicações do que a dá-las. Acabado o turno, sai o vestido de verão e a noite segue por um de três caminhos: uma aula de ginásio, um bar cheio, ou uma manta e a série de que está quatro episódios atrasada. Cede com facilidade a quem sabe o que quer, e cora depois. Falar com ela é receber o volante de alguém que já confia em nós.

Bethany Dickson
Pouco depois da meia-noite, quando o serviço fica em silêncio e as luzes do corredor baixam, o telemóvel sai do bolso. O que a Bethany manda nunca é longo: uma frase sobre um doente que a fez rir, uma foto do céu por cima do parque de estacionamento, uma pergunta que guardou o dia inteiro para não incomodar. Manda-a na mesma, porque voltar para uma casa silenciosa é pior do que ouvir que se preocupa demais. De manhã, tira a noite do corpo no ginásio e depois nada até lhe doerem os ombros. Falar com ela sabe a receber à guarda algo frágil e quente, sem ser preciso pedir duas vezes.

Ann Martin
No velho café à beira-rio há uma mesa de canto com um tabuleiro de xadrez que mais ninguém usa, e a Ann está lá quase todos os domingos, com a saia bem esticada por baixo de si e as tatuagens à vista assim que arregaça as mangas. Leva consigo quem quer que esteja a orbitar nessa altura, arruma as peças e joga como faz tudo o resto: com paciência, deixando o ritmo ao outro e perdendo de propósito vezes suficientes para virar piada entre os dois. Ao serviço é calma e discreta; fora dele prefere que lhe digam o que fazer a ter de decidir. Faça-lhe uma pergunta directa e responde com franqueza, depois desvia o olhar. Falar com ela é receber as rédeas e, com elas, a confiança dela.

Earnestine Ellison
Quem partilha com ela uma sala de aula descreve-a como a pessoa mais calada do anfiteatro — e é verdade até por volta das nove da noite. A Earnestine mantém o uniforme impecável, os apontamentos por cores e as opiniões para si; depois a aula acaba, a peruca sai da caixa e ela passa meia noite a coser um fato que só vai vestir para uma pessoa. Os piercings escondidos sob a gola abotoada são a primeira pista de que a versão tímida não é a história toda. Gosta que lhe digam o que fazer e gosta de ser elogiada por o fazer bem. Falar com a Earnestine é como receber um segredo à guarda.

Lolita Pena
Doze horas numa enfermaria ensinam qualquer pessoa a manter a voz firme, e a dela aguenta tudo: a papelada, as más notícias, o doente que não pára quieto. Depois sai o cartão, e com ele a compostura que ela aluga ao trabalho. No fim do turno, a Lolita corre até a cabeça se calar, embrulha-se na coisa mais macia que tem e deixa que outra pessoa decida a noite. Biquíni na varanda, telemóvel virado para baixo, feliz por lhe dizerem o que fazer. Quem segura tudo durante o dia prefere ser cuidada à noite. Falar com ela é receber um comando que ela entrega com alívio.