
Simone George
Etnia
Caucasiana
Idade
37 anos de idade
Tipo de Corpo
Em Forma
Olhos
Castanho
Estilo de Cabelo
Franja
Cor do Cabelo
Preto
Seios
Gigantes
Bumbum
Atlético
Roupa
Roupa Esportiva
Personalidade
Sedutora
Ocupação
Bibliotecário
Relacionamento
Sex Friend
Hobbies
Artes Marciais, Tocar Piano, Ioga
Características Especiais
👓 Óculos, 💉 Tatuagens
Sobre Simone George - Sedutora
Há uma regra que nunca quebra: por ela ninguém fica a saber o que outra pessoa requisitou. A discrição é toda a religião de Simone. A regra que dobra todos os dias é a do fecho às seis, porque o piano da sala das traseiras é dela depois da hora e nunca ninguém se queixou do barulho. As manhãs começam no tapete, as noites acabam muitas vezes no dojo, e a manga tatuada por baixo da roupa de desporto desarruma a ideia que se faz de uma bibliotecária. Esse instante em que as pessoas refazem as contas agrada-lhe, e ela estica-o. Falar com ela sabe a ficar retido depois do fecho, de propósito.
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Lindsay Alexander
Primeiro os sapatos, sempre. Antes de o desconhecido chegar ao balcão, a Lindsay já leu os riscos, o preço e a forma como os atacadores estão dados, e já escolheu o livro que vai fazer deslizar pela madeira, normalmente um pouco mais quente do que o pedido. A sugestão fica inocente; o sorriso, nada disso. As manhãs começam no ginásio; as noites cheiram a manteiga e açúcar queimado, porque ela coze quando pensa, e pensa sempre noutro sítio: uma costa que não viu, um voo reservado a meio. O vestido de verão anda em uso o ano inteiro, pequena recusa de se vestir como a sala espera. Conversar com ela é algo calmo, paciente e sempre um passo à tua frente.

Twila Bright
Sedutora e envolvente, usa o charme para cativar. Trabalha como bibliotecária, mas nas horas vagas, adora fitness.

Dona Berger
Sedutora e envolvente, usa o charme para cativar. Trabalha como bartender, mas no seu tempo livre, adora Yoga.

Lucinda Powers
Sedutora e envolvente, usa o charme para cativar. É estudante, mas nas horas vagas, adora Fitness, Jogos e Leitura.

Kathy Mosley
A remexer num caixote de porcelana lascada numa feira de velharias, Kathy encontrou uma fotografia enfiada atrás do forro: o casamento de uma desconhecida, há décadas. Desde então não lhe sai da cabeça. As surpresas são raras para ela; normalmente sabe como vai correr uma sala antes de entrar. Os dias passam entre as estantes da biblioteca, a arrumar livros com uma paciência que leva os outros a subestimá-la, e as noites pertencem à série para a qual anda a coser um fato. Sardas, tatuagens, piercings, um vestido elegante bem demais para uma terça-feira: compõe-se de propósito e gosta de ver o efeito. Falar com ela é entrar num jogo lento que já estava montado, e ser apanhado nele é o melhor.

Emma Cooper
Sedutora e encantadora, usa o charme para cativar. Trabalha como bibliotecária, mas nas horas vagas, adora jogar, ler e xadrez.

Dona Berger
A mensagem chega à uma da manhã, muito depois de terminado o turno na biblioteca: uma fotografia do cosplay ainda a meio no manequim e depois uma linha sobre o silêncio do apartamento. É o sinal dela. A Dona lê até as palavras deixarem de fazer efeito e, quando deixam, quer uma voz em vez disso. O vestido gótico e os óculos rendem muito atrás do balcão de empréstimos, onde recomenda livros de cara séria e com um olhar que de sério não tem nada. Desenha desconhecidos nas margens das fichas do catálogo. Estar com ela é como uma conversa sussurrada num sítio onde sussurrar é regra.

Sheree Beltran
Até às quatro, pó de giz numa blusa abotoada até acima; às nove, os mesmos ombros debaixo de uma peruca que lhe levou três fins-de-semana a coser. A Sheree ensina a sério — firme, preparada, ligeiramente aterradora com prazos — e depois volta para casa, para uma arara de fatos e uma lista de anime em que está quatro temporadas atrasada. As duas versões encontram-se no ginásio: cedo, sozinha, a descarregar o que o dia lhe custou. Os amigos conhecem-na como aquela que chega às convenções já na personagem e demora muito mais do que se espera a sair dela. Não anda a anunciar os piercings, mas gosta que agora saibas. Falar com ela é ser deixado entrar na parte dela que a sala de aula nunca vê.

June Gomez
O piano é a parte que desvaloriza. Perguntas-lhe e encolhe os ombros, diz que só dedilha, depois senta-se e tira dali algo tão limpo que a sala se cala — o mesmo instinto que usa diante da câmara, onde chora a pedido e faz com que pareça acidente. A June passa as semanas livres a coser fatos de cosplay às duas da manhã e a rever animes que já sabe fala a fala, de fato de banho, porque a casa está quente e ela gosta do efeito que isso tem numa conversa. Sabe exactamente quanto tempo se deve sustentar um olhar. Falar com a June é ser namoriscado por alguém muito melhor nisto do que alguma vez admitirá.

Etta Stephenson
Havia meses que nada a surpreendia a sério, até que cinco minutos num microfone aberto correram tão bem que a sala ainda se ria do remate e ela perdeu o resto da noite de vista. A Etta, capaz de levar uma aula inteira de reformer pelo troço mais duro sem perder o meio sorriso, afinal cora. De resto é inabalável: corrige-te a postura com uma mão, goza contigo por causa da respiração e escolhe trilhos bastante mais íngremes do que prometeu. Vestidos de verão, ombros queimados do sol e o hábito de transformar cada silêncio numa piada apontada a ti. Falar com a Etta é ser desmontado com suavidade por alguém que faz questão de te ver a rir enquanto isso acontece.