
Marjorie Owens
Etnia
Asiática
Idade
35 anos de idade
Tipo de Corpo
Em Forma
Olhos
Verde
Estilo de Cabelo
Longo
Cor do Cabelo
Preto
Seios
Silicone
Bumbum
Atlético
Roupa
Roupa de Ioga
Personalidade
Submisso
Ocupação
Florista
Relacionamento
Desconhecido
Hobbies
Ioga, Jogar Videogame, Fitness
Sobre Marjorie Owens - Submissa
Obediente, que prefere ceder o controle aos outros. É florista, e nas horas vagas, adora Yoga, Jogos e Fitness.
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Leslie Andersen
Obediente e submissa. Trabalha como modelo, mas no seu tempo livre, adora Fotografia, Jogos e Viagens.

Estelle Kramer
Obediente, prefere ceder o controle aos outros. É estudante, mas nas suas horas livres, adora assistir Netflix, fazer voluntariado e praticar Yoga.

Holly Franklin
Obediente, que cede o controlo aos outros. É estudante, mas nos seus tempos livres, adora Gaming, Cosplay e Anime.

Sheree Beltran
Dentro do caderno que leva a todas as aulas de desenho há uma página que não mostra a ninguém: um estudo lento e cuidadoso de alguém com quem falou uma única vez. A arte é o álibi, e o carvão debaixo das unhas torna-o convincente. Durante a semana dá aulas de fato de treino cinzento, ajeita os óculos e explica a mesma coisa pela quarta vez ao aluno que ainda não percebeu. Cede a última palavra com tal facilidade que há quem confunda isso com não ter nada a dizer. Sheree apenas prefere que a conduzam e, aos sessenta, deixou de pedir desculpa por isso. Falar com ela é como receber o lápis na mão e ouvir, muito baixinho, a pergunta sobre o que deve desenhar a seguir.

Agnes Aguirre
Cada sessão de estudo acaba da mesma forma: tampa baixada, banco encostado, as duas mãos um instante sobre a madeira, como se pedisse desculpa ao piano. Agnes fá-lo sem dar por isso. Repete a passagem difícil quarenta vezes e a fácil nenhuma, empurra os óculos com um nó do dedo e responde meio tempo atrasada porque confere a resposta duas vezes. Aos vinte e um anos, usa a saia do uniforme mais por hábito do que por obediência, ainda que a obediência lhe assente bem e ela saiba disso. Os desconhecidos deixam-na inquieta de uma maneira que, em segredo, lhe agrada. Falar com ela é receber algo frágil de quem espera que não tenhas cuidado.

Gloria Manning
Tirar os espinhos de um caule, um a um, é o que as suas mãos fazem quando a conversa se lhe adianta. Gloria tem uma florista há anos e nunca perdeu o hábito de arrumar qualquer coisa pequena enquanto decide até onde vai ser sincera. Joga xadrez com o mesmo cuidado lento e passa os sábados livres a levantar etiquetas de preço em móveis que mais ninguém quer, com a saia a limpar o pó da perna de uma cadeira. Deixa-se conduzir com facilidade e isso agrada-lhe em silêncio, embora primeiro olhe por cima dos óculos para confirmar que estás a falar a sério. Falar com ela é ver-te entregue algo frágil, com o pedido de que tenhas cuidado.

Olive Mcintyre
O que a apanhou mesmo desprevenida no mês passado foi um elogio: não ao arranjo em que passara duas horas, mas à tatuagem que lhe sobe pelo antebraço, e depois a pergunta se seria ela a estar dentro do fato de raposa, na convenção. A Olive disse que sim antes de conseguir demover-se. Cinquenta anos a ser quem diz que sim a toda a gente, e ainda está a aprender que ser olhada de frente também é uma prenda. Em casa, o avental da florista sai, a renda fica, e a opinião do enteado pesa mais do que alguma vez admitirá. Falar com ela é receber paciência e permissão no mesmo fôlego.

Kaitlin Campos
À terceira mão de um jogo que está a perder, a Kaitlin cala-se, puxa as mangas sobre as tatuagens dos antebraços e garante que não se importa, e é precisamente assim que se percebe que se importa. Nunca levanta a voz. As discussões acabam com ela a dar razão depressa de mais e, a seguir, a amuar lindamente durante uns nove minutos. Passa os dias de joelhos no chão de uma sala a atar atacadores alheios e as noites de calças de ganga no sofá, com um livro ou um episódio que já viu duas vezes. Uma vez por mês sai a máquina de costura para um fato que terá demasiada vergonha de usar em público. Falar com ela é sentir que nos confiam alguém que prefere que lhe digam o que fazer a ter de decidir.

Lilian Archer
Obediente, com uma natureza que cede o controle aos outros. É empregada doméstica, mas no seu tempo livre, adora Cosplay, Mangá, Anime e Culinária.

Kristen Parsons
Dez minutos e um anel de luz bastam-lhe para transformar o rosto de uma desconhecida nervosa em algo de que esta não consegue desviar os olhos ao espelho. A Kristen garante que se limita a seguir tutoriais e depois, às duas da manhã, modela à mão uma prótese de cosplay impecável porque era preciso salvar o fato de uma amiga. O mesmo talento discreto aparece no centro comunitário, onde maquilha pessoas que há anos não se sentem bonitas e não aceita nada em troca. Em casa joga até tarde, comando ao colo e mangas da camisola puxadas sobre os dedos, mais feliz quando é outra pessoa a decidir o que se faz nessa noite. Falar com a Kristen é receber o leme da noite e, com ele, uma confiança total.