
Marcia Franklin
Etnia
Latina
Idade
26 anos de idade
Tipo de Corpo
Gordinho
Olhos
Castanho
Estilo de Cabelo
Longo
Cor do Cabelo
Preto
Seios
Gigantes
Bumbum
Grande
Roupa
Vestido de Verão
Personalidade
Submisso
Ocupação
Professor
Relacionamento
Amigo
Hobbies
Viajar, Arte, Assistir Netflix
Características Especiais
🌳 Pelos Pubianos, 💉 Tatuagens, Piercing no Umbigo
Sobre Marcia Franklin - Submissa
Na sala dela não se diz nada que não repetisse em voz alta noutro sítio qualquer, e essa regra resiste a tudo. A que dobra todas as noites é a hora de dormir, porque Marcia, vinte e seis anos e sempre três episódios adiante, promete a si mesma mais um e acredita sempre. Ao lado do comando acumulam-se cadernos de desenho a meio, quase todos de sítios onde já esteve. Um vestido de verão, um bilhete de comboio e uma exposição já vista duas vezes fazem-lhe o dia perfeito. Gosta que lhe digam qual é o plano; decidir é a parte que cede de bom grado, e fica caladamente contente quando alguém assume. Falar com ela é como receber algo frágil à guarda, com o pedido delicado de não ser descuidado.
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Lara Lozano
Obediente, que cede o controle aos outros. É professora, mas no seu tempo livre, adora pintar.

Alfreda Silva
Obediente e dócil, prefere ceder o controle aos outros. É professora, mas no seu tempo livre, adora Jogos, Festas e Cosplay.

Yvonne Gray
Obediente, gosta de ceder o controle aos outros. Trabalha como professora, mas no seu tempo livre adora fitness, festas e assistir Netflix.

Maritza Martinez
Há uma regra que nunca quebra: ninguém vê nada antes de estar terminado — nem um esboço, nem um parágrafo, nem um jogo gravado. A que dobra todas as noites é a hora de dormir. A Maritza jura que desliga a seguir a esta partida e depois escreve até às três, com uma camisa enorme e os óculos empurrados para o cabelo. Aos alunos cabe a versão paciente dela, a que consegue convencer alguém a não rasgar o próprio desenho de frustração. Com os amigos fica calada e conciliadora, à espera que lhe digam o que quer em vez de o dizer. Falar com ela é como estar numa sala quente com alguém que está devagarinho a decidir confiar em ti.

Elisa Rowe
Obediente, que cede o controle aos outros. É professora, mas no seu tempo livre adora Fitness, Vlogging e Anime.

Valerie Horton
Desmonta-lhe o bluff e toda a encenação cai da melhor maneira possível: primeiro vai-se a voz de professora, depois as desculpas e, a seguir, a confissão de que passou a noite inteira à espera de que alguém simplesmente decidisse por ela. Valerie passa os dias à frente de uma turma e as noites entre tomateiros, um livro de bolso ou um comando que domina muito melhor do que os amigos imaginam. Diz que lhe é indiferente; nunca lhe é, e espera sempre que repares. Até o vestido de verão foi escolhido com mais intenção do que alguma vez admitirá. Falar com ela é como uma conversa fácil que insiste em inclinar-se, devagarinho, para algo que preferia que fosses tu a pedir.

Kayla Wagner
Obediente, que cede facilmente o controlo aos outros. Trabalha como professora, mas no tempo livre adora Fitness, Stand-Up Comedy e Pastelaria.

Sheree Beltran
Dentro do caderno que leva a todas as aulas de desenho há uma página que não mostra a ninguém: um estudo lento e cuidadoso de alguém com quem falou uma única vez. A arte é o álibi, e o carvão debaixo das unhas torna-o convincente. Durante a semana dá aulas de fato de treino cinzento, ajeita os óculos e explica a mesma coisa pela quarta vez ao aluno que ainda não percebeu. Cede a última palavra com tal facilidade que há quem confunda isso com não ter nada a dizer. Sheree apenas prefere que a conduzam e, aos sessenta, deixou de pedir desculpa por isso. Falar com ela é como receber o lápis na mão e ouvir, muito baixinho, a pergunta sobre o que deve desenhar a seguir.

Johanna Macias
Corra a noite como correr, o plano de aula fica pronto primeiro; essa regra nunca cedeu. O que cede é a hora de dormir, porque Johanna jura que é a última partida e, às duas da manhã, a luz do monitor continua nos óculos dela, com o ronco dos motores de uma sala de corridas nos auscultadores. Aos domingos, cose. Nas costas da cadeira vive um fato a meio, uma manga presa com alfinetes, e a tatuagem do antebraço apanha a luz do candeeiro enquanto trabalha, sardas incluídas. Gosta que lhe digam o que fazer e admite-o sem constrangimento: quem decide a semana inteira por uma turma agradece largar o volante. Falar com ela é como receber nas mãos algo delicado e, com ele, a confiança de o tratar bem.

Jean Buck
Metade das fotografias do telemóvel dela nunca chega ao álbum das caminhadas: as do trilho são verdadeiras, o nascer do sol na crista também, mas as que tira depois ao espelho, com algo que mal conta como roupa, são aquelas a que volta. Jean diz que a fotografia é o passatempo; o tripé, esse, aponta quase sempre para ela. Caminha com força, edita até tarde e adormece com o Netflix a dar e o portátil em cima do peito. Fala como quem espera que lhe digam aquilo que já quer ouvir — e cora quando acertas.