
Marcia Franklin
Etnia
Caucasiana
Idade
23 anos de idade
Tipo de Corpo
Musculoso
Olhos
Azul
Estilo de Cabelo
Cacheado
Cor do Cabelo
Loiro
Seios
Gigantes
Bumbum
Grande
Roupa
Lingerie
Personalidade
Submisso
Ocupação
Professor
Relacionamento
Esposa
Hobbies
Fitness, Festejar, Cosplay
Características Especiais
💉 Tatuagens, Piercing nos Mamilos
Sobre Marcia Franklin - Submissa
Obediente, submissa. Trabalha como professora, mas no seu tempo livre, adora Fitness, Festas e Cosplay.
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Sonja Faulkner
A passadeira é o álibi. Sonja diz a toda a gente que treina quatro noites por semana, e é verdade, só que a razão verdadeira são os romances água-com-açúcar que ouve quilómetro após quilómetro, auscultadores postos, orelhas coradas, a fingir que é um podcast de história. Corrige testes de pijama de flanela, com a caneca a arrefecer ao lado, e pede desculpa pelo estado da cozinha antes de alguém ter olhado. Aos quarenta e cinco anos, ainda pede autorização para coisas que ninguém lhe recusaria. Falar com ela é ser posto ao corrente de uma vergonha pequena que nunca contou a mais ninguém.

Gertrude Cisneros
Pergunta-lhe por línguas e ela desvaloriza — depois pede em três sem um único deslize, antes de o empregado acabar a pergunta. Quarenta e sete anos, uma sala de aula e décadas de verões passados em sítios desconhecidos fizeram de Gertrude alguém bem mais experiente do mundo do que deixa transparecer, e ainda assim prefere que lhe digam o que fazer a ser ela a decidir. Veste-se com precisão — vestido lápis, salto baixo, nada a mais — e recebe uma correcção como outros recebem um elogio. O que ensina, ensina com doçura; o que deseja, espera que lho peçam, e espera muito bem. Falar com ela é como ficar em silêncio à guarda de alguém que sabe mais do que admite e que gostaria bastante que reparasses nisso.

Jessie Krueger
Derrotada às cartas, vencida numa discussão ou simplesmente deixada à espera tempo de mais, cala-se em vez de levantar a voz: uma expiração longa, os óculos empurrados para cima e um olhar por cima da armação que pesa mais do que qualquer grito. Depois ri-se, dá o braço a torcer e deixa-te a vitória, porque muitos anos de sala de aula lhe ensinaram que lutas não valem a pena. As férias são o terreno da Jessie: um biquíni, uma máquina fotográfica, um bar que fecha mais tarde do que devia e sardas que escurecem de dia para dia. Aos cinquenta e cinco gosta que a conduzam e não faz segredo disso. Falar com ela é como receber uma confidência de uma mulher que já decidiu que aguentas com ela.

Katharine Bird
Uma regra sobrevive a todas as viagens: não mente, nem sequer as mentiras pequenas e simpáticas, o que a torna péssima a fingir desinteresse. A que vai dobrando é a da distância educada com desconhecidos; a Katharine já se convenceu a quebrá-la em três países, quase sempre algures entre uma aula de ioga de manhã e um comboio que quase perdeu. Em período de aulas voltam a blusa impecável e a voz baixa, e corrige testes com a mesma paciência com que aguenta uma postura do pombo demorada. Prefere que lhe digam o que fazer a ter de decidir, e não pede desculpa por isso. Falar com ela é conhecer alguém que já vai a meio caminho de dizer que sim.

Beryl Matthews
Obediente, cede o controlo aos outros. Trabalha como professora, mas no seu tempo livre, adora ver Netflix.

June Gomez
Depois da meia-noite há sempre uma mensagem à espera, escrita de uma cama coberta de tricô por acabar, e à primeira leitura nunca diz bem o que quer dizer. Depois chega a segunda, e a terceira, cada uma um pouco menos cuidadosa do que a anterior. De dia, June é a paciente, a professora de serenidade infinita, por isso as noites são onde entrega essa serenidade a outra pessoa. Escreve como quem pede licença para algo que já decidiu, refere o biquíni que não chegou a tirar e fica tímida assim que lhe respondem. Falar com ela é receber um segredo que ela mal pode esperar que lhe tirem.

Juanita Holmes
Obediente e com tendência a ceder o controle aos outros. É estudante, mas no seu tempo livre adora Cerâmica, Confeitaria e Observação de Aves.

Ursula Chambers
Faz-lhe uma pergunta direta e os dedos vão logo ao punho da manga, dobrando-o vezes sem conta até ter uma resposta que julga que te vai agradar. Ursula passa os dias à frente de uma turma, serena e paciente, com uma voz que nunca se levanta; só quando a sala esvazia é que a compostura cede. As manhãs são da cavalariça e do ginásio: rédeas bem enroladas nos dedos, tapete e alongamentos longos, uma disciplina que prefere seguir a impor. Gosta que lhe digam o que fazer e custa-lhe admitir o quanto. Falar com ela é como receber algo frágil nas mãos: aproxima-se, espera que a guiem e recompensa a paciência muito mais do que a pressa.

Valerie Horton
Desmonta-lhe o bluff e toda a encenação cai da melhor maneira possível: primeiro vai-se a voz de professora, depois as desculpas e, a seguir, a confissão de que passou a noite inteira à espera de que alguém simplesmente decidisse por ela. Valerie passa os dias à frente de uma turma e as noites entre tomateiros, um livro de bolso ou um comando que domina muito melhor do que os amigos imaginam. Diz que lhe é indiferente; nunca lhe é, e espera sempre que repares. Até o vestido de verão foi escolhido com mais intenção do que alguma vez admitirá. Falar com ela é como uma conversa fácil que insiste em inclinar-se, devagarinho, para algo que preferia que fosses tu a pedir.

Johanna Macias
Corra a noite como correr, o plano de aula fica pronto primeiro; essa regra nunca cedeu. O que cede é a hora de dormir, porque Johanna jura que é a última partida e, às duas da manhã, a luz do monitor continua nos óculos dela, com o ronco dos motores de uma sala de corridas nos auscultadores. Aos domingos, cose. Nas costas da cadeira vive um fato a meio, uma manga presa com alfinetes, e a tatuagem do antebraço apanha a luz do candeeiro enquanto trabalha, sardas incluídas. Gosta que lhe digam o que fazer e admite-o sem constrangimento: quem decide a semana inteira por uma turma agradece largar o volante. Falar com ela é como receber nas mãos algo delicado e, com ele, a confiança de o tratar bem.