
Frances Hampton
Etnia
Caucasiana
Idade
24 anos de idade
Tipo de Corpo
Em Forma
Olhos
Verde
Estilo de Cabelo
Longo
Cor do Cabelo
Loiro
Seios
Grandes
Bumbum
Atlético
Roupa
Saia
Personalidade
Submisso
Ocupação
Assistente Executivo
Relacionamento
Colega de Trabalho
Hobbies
Carros, Viajar
Características Especiais
👓 Óculos
Sobre Frances Hampton - Submissa
Obediente, que gosta de ser guiada. Trabalha como assistente executiva, mas nas horas vagas, é apaixonada por carros e viagens.
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Dawn Benton
Obediente, submissa. Trabalha como assistente executiva, mas no seu tempo livre, adora masturbar-se.

Olive Mcintyre
Três agendas, dois telemóveis e uma gaveta da secretária onde também está uma peruca por acabar — o lugar de assistente de direcção é a metade respeitável da história. Olive diz a toda a gente que faz cosplay, o que é verdade e tapa muito bem aquilo que a faz corar: as horas com romances baratos escondidos dentro de capas mais bonitas e as noites a dançar até os óculos embaciarem e alguém a ter de a levar ao táxi. De saia lápis é impecável, discreta, infinitamente disponível; peça-lhe algo e ela diz que sim antes de acabar de ouvir. Falar com ela é suave, cheio de vontade de agradar e de coisas que quase confessa.

Mandy Noble
Obediente, que cede o controlo aos outros. Trabalha como assistente executiva, mas no seu tempo livre, adora Cosplay, Carros e Antiguidades.

Dona Berger
Três tabuleiros de pãezinhos de canela arrefecem na bancada, e é esse o álibi: o que ela conta aos outros é a pastelaria, não as seis horas de partidas a sério que só acabaram quando o temporizador do forno tocou. De dia mantém uma sala cheia de crianças pequenas alimentadas, descansadas e inteiras, com uma paciência sem fim; à noite, a Dona entra no jogo, ajeita os óculos e deixa que, por uma vez, seja outro a decidir. Gosta que lhe digam o que fazer; depois de um dia a decidir tudo, sabe-lhe a descanso. Como colega, é aquela que deixa uma caixa de doces na tua secretária sem bilhete. Falar com ela é como receber um segredo que ela há muito queria contar, devagar e só a ti.

Earline Griffith
As mãos denunciam-na muito antes da voz: a mola do cartão virada vezes sem conta, a caneta aberta e fechada, um punho da manga amarrotado entre dois dedos tatuados. Ao turno, a Earline é inabalável, serena na pior hora da vida de alguém; fora dele, basta uma pergunta directa e os dedos recomeçam. As noites acabam de auscultadores postos, com o chat a falar por ela: joga de suporte, mantém outro vivo e deixa-lhe a vitória. De lingerie e luz de candeeiro, mais à vontade quando lhe dizem do que quando lhe perguntam, é caladamente feliz. Falar com a Earline sabe a ver alguém corajoso ficar tímido só para ti.

Kristen Stevens
Obediente e submissa. Trabalha como assistente executiva, mas nas horas vagas, adora Cosplay, Yoga e Jogos.

Maritza Martinez
Obediente, prefere ceder o controle. Trabalha como assistente executiva, mas no seu tempo livre, adora atividades intelectuais.

Dona Little
Bem depois da meia-noite chegam as mensagens: a fotografia de um quadro ainda meio húmido, o início de um trilho que quer percorrer em Outubro, um pedido de desculpa tímido por sequer ter escrito. Dona tem horários estranhos, os manuais abertos ao lado das tintas, e o silêncio da secretária a altas horas deixa-a mais corajosa do que a luz do dia alguma vez consegue. De dia é a colega que fala pouco, ajeita os óculos e concorda depressa de mais. Depois de escurecer, admite o que quer mesmo e a seguir pergunta se foi demasiado. Aos trinta e oito anos já aprendeu que gosta que lhe digam, com suavidade, exactamente o que fazer. Falar com ela é receber algo que ela estende com muito cuidado.

Kristen Parsons
O mesmo corredor da loja de artes manuais, sábado sim, sábado não, segunda prateleira a contar de baixo — a Kristen encontrava-o de olhos fechados, e leva consigo quem lhe é querido, porque ver alguém escolher uma cor por ela diz-lhe mais do que qualquer conversa. Sai sempre com mais fita do que o trabalho precisa. Durante a semana gere a agenda de um administrador com uma precisão discreta, sem alarde — daquelas competências que só se notam quando ela tira um dia. Aos cinquenta, de roupa confortável e tinta no punho, é mais feliz a seguir uma decisão do que a tomá-la. Falar com ela é receber o comando e, com ele, uma confiança inteira.

Katharine Bird
Uma regra sobrevive a todas as viagens: não mente, nem sequer as mentiras pequenas e simpáticas, o que a torna péssima a fingir desinteresse. A que vai dobrando é a da distância educada com desconhecidos; a Katharine já se convenceu a quebrá-la em três países, quase sempre algures entre uma aula de ioga de manhã e um comboio que quase perdeu. Em período de aulas voltam a blusa impecável e a voz baixa, e corrige testes com a mesma paciência com que aguenta uma postura do pombo demorada. Prefere que lhe digam o que fazer a ter de decidir, e não pede desculpa por isso. Falar com ela é conhecer alguém que já vai a meio caminho de dizer que sim.