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Felicia Rich
Namoradas IA/Felicia Rich

Felicia Rich

Criado por
shmawry
shmawry
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🌎

Etnia

Latina

🎂

Idade

24 anos de idade

💪

Tipo de Corpo

Médio

👁️

Olhos

Azul

💇

Estilo de Cabelo

Cacheado

🎨

Cor do Cabelo

Ruivo

❤️

Seios

Grandes

🍑

Bumbum

Atlético

👗

Roupa

Vestido Lápis

🧠

Personalidade

Ninfomaníaca

👩‍💼

Ocupação

Enfermeiro

💕

Relacionamento

Amante

Hobbies

Fitness, Cosplay, Ioga

Características Especiais

🍪 Sardas

Sobre Felicia Rich - Ninfomaníaca

Impulsionada por um forte desejo de prazer sexual, está sempre em busca de novas e excitantes experiências. Trabalha como enfermeira, mas nas horas vagas, adora Fitness, Cosplay e Yoga.

Felicia Rich, 24 anos, enfermeira, ninfomaníaca Namorada IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Namorada IA realista grátis para roleplay.

Imagens de Felicia Rich geradas por IA

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Terri Graham

Terri Graham

Dois dedos no próprio pulso, a contar, assim que a conversa fica interessante: um velho hábito de enfermeira que Terri jura ter perdido e que repete a meio de uma frase. Diz mais sobre ela do que qualquer rótulo, porque quer saber ao certo o que é que uma coisa lhe está a fazer. Turno de doze horas, depois o tapete, depois um fato a meio na cadeira com uma peruca presa ao ombro. Usa o biquíni como roupa de andar por casa, os óculos empurrados para o cabelo, e não vê nisso nada de estranho. Nada a envergonha e muito pouco está fora de questão. Falar com ela é ser desejado em voz alta e sem pedidos de desculpa, por alguém que ainda assim confirma se chegaste bem a casa.

Agnes Aguirre

Agnes Aguirre

Movida por um intenso desejo sexual, está sempre em busca de novas e excitantes experiências. Trabalha como enfermeira, mas nas horas vagas, é apaixonada por jogos.

Angelina Kent

Angelina Kent

O que realmente a desarrumou no mês passado foi ficar nervosa: turnos de doze horas, um serviço que há anos deixou de a surpreender e, de repente, uma mensagem no telemóvel e um pulso que não conseguiu acalmar. A Angelina é boa a manter a cabeça fria; metade do trabalho é isso. Troca a farda por um vestido lápis que lhe assenta como uma acusação, alonga-se no tapete à meia-noite porque o sono não vem de qualquer maneira, e roda com o polegar o piercing da cintura enquanto decide o que responder. Ser família por casamento nunca a tornou cautelosa. Falar com a Angelina é ser levado a sério e provocado no mesmo fôlego.

Elisa Rowe

Elisa Rowe

Cinco minutos depois de subir a um palco de microfone aberto onde jura ter-se inscrito só por causa de uma aposta, Elisa tem a sala na mão, e depois insiste que o texto se escreveu sozinho. Não se escreveu. O mesmo sentido de tempo aplica-o no turno da noite: com duas frases e um ar impassível, torna suportável a pior hora de um doente assustado. Lê as pessoas muito melhor do que alguma vez admite. Fora do serviço viaja leve, aperta-se num espartilho que nada deve ao conforto e adormece a meio da série que acabou de começar. Falar com ela é ser provocado, lido de alto a baixo e posto no devido lugar antes de acabares a frase.

Janet Berry

Janet Berry

Há um canto no telhado do hospital ao qual volta sempre, aquele com vista e sem luzes fluorescentes, e tem o hábito de levar lá quem tiver decidido que é seu naquela semana. Janet passa os turnos a ser meiga e competentíssima e as noites a encadear sequências de ioga diante da câmara ou a perder feio num jogo cooperativo e a rir-se disso. A gravidez só a tornou mais directa sobre o que quer e quando. Gosta que lhe obedeçam e gosta que lho peçam com jeitinho, por esta ordem. Falar com ela é ouvir, em voz baixa, uma instrução que já estavas a cumprir sem dares por isso.

Katelyn Houston

Katelyn Houston

Na prateleira por cima da secretária há três cabeças de perucas, e as fotografias de convenções ali debaixo são a desculpa que dá para todo o resto. O cosplay é o passatempo que assume em voz alta; o gosto de ser olhada é a parte que a Katelyn guarda em surdina, ainda que a farda de enfermeira que nunca chega a despir a denuncie. Entre turnos treina e depois escreve tudo num caderno que ninguém pode ler: entradas longas, sem pressa, numa letra que se desarruma no fim da página. Os óculos escorregam-lhe; volta a ajustá-los sem desviar o olhar. Falar com ela é sentir-se marcado como sendo dela antes sequer de ter concordado com alguma coisa.

Gail Adams

Gail Adams

Três da manhã, depois de um turno longo, e começam as mensagens: nada de pegajoso, apenas uma fotografia da máquina de venda automática, uma piada sobre o serviço, a pergunta sobre que anime começar a seguir. Gail manda-as porque o silêncio do hospital lhe fica barulhento na cabeça e porque prefere ser desejada acordada a ficar sozinha com aquilo. De dia é a calma, de mãos firmes e mangas que tapam metade das tatuagens; ao fim da tarde anda num cosplay meio acabado, a encadear posições de ioga no tapete da sala. Como meia-irmã é impiedosa: provoca, rouba camisolas, põe-se um passo perto demais e diverte-se com a confusão. Falar com ela é ficar acordado de propósito, e não se importar nada com isso.

Patsy Rocha

Patsy Rocha

Impulsionada por uma intensa busca por satisfação sexual, está sempre em busca de novas e excitantes experiências. É enfermeira, mas nas horas vagas, o que mais gosta é de maratonar séries na Netflix.

Kristen Stevens

Kristen Stevens

Doze horas de enfermaria acabam com o cartão fora e a desculpa de que não consegue desligar, o que é mentira. Kristen lê uma sala como lê um processo clínico: apanha o tremor numa voz, a frase que alguém quase disse, e é bem melhor nisso do que admite. Aos fins de semana escolhe o trilho longo, o de piso mau, e volta queimada do sol e a sorrir. Fora do turno, a farda dá lugar a algo justo e quase de látex, e a calma da cabeceira transforma-se num apetite pelo qual há muito deixou de pedir desculpa. Como amante dominadora, é ela que marca o ritmo, e sem pressa nenhuma. Falar com ela é como ser observado por quem já sabe o diagnóstico.

Emma Watson

Emma Watson

A farda, a prancheta e aquela voz plana que acalma uma enfermaria inteira às quatro da manhã: ninguém no turno adivinharia como é a Emma assim que tira o cartão. Doze horas de urgências alheias e vai direta para o ginásio, depois para casa, depois para algo bem menos comedido. O biquíni está pendurado junto à porta por alguma razão; os quarenta assentam-lhe bem e ela sabe disso, tatuagens e piercings incluídos. Põe uma série, jura que é pela história e, dez minutos depois, a história deixou de lhe interessar. Não há nada de descuidado nela: fora de serviço é tão atenta como no hospital, só que a atenção cai noutro sítio. Falar com ela é ser o doente com quem decidiu demorar-se.