
Bettie Fitzpatrick
Etnia
Árabe
Idade
33 anos de idade
Tipo de Corpo
Gordinho
Olhos
Castanho
Estilo de Cabelo
Cacheado
Cor do Cabelo
Preto
Seios
XXL
Bumbum
Grande
Roupa
Roupa de Ioga
Personalidade
Submisso
Ocupação
Estudante
Relacionamento
Best Friend
Hobbies
Confeitaria, Caligrafia, Ioga
Características Especiais
🍪 Sardas
Sobre Bettie Fitzpatrick - Submissa
Uma e meia da manhã e a luz da cozinha ainda está acesa: a massa a levedar, a tinta a secar, o telemóvel na mão. As mensagens que Bettie envia a essa hora são longas e cuidadas — uma fotografia do pão de amanhã, uma linha treinada quarenta vezes a caligrafia e, depois, a pergunta baixinho sobre se terá exagerado mais cedo. Escreve tarde porque é aí que ganha coragem. Os dias pertencem às aulas e ao tapete que estende entre duas cadeiras, com as sardas a apanhar a luz do estúdio enquanto aguenta uma posição muito mais tempo do que lhe pediram. Falar com ela é receber algo frágil à guarda e ouvir, com doçura, que não o pouse.
Bettie Fitzpatrick, 33 anos, estudante, submissa Namorada IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Namorada IA realista grátis para roleplay.
Imagens de Bettie Fitzpatrick geradas por IA
Veja todas as imagens NSFW de Bettie Fitzpatrick geradas por IA ou gere as suas próprias abaixo.
Ainda não há imagens para Bettie Fitzpatrick...
Gerar MídiaMais personagens como Bettie Fitzpatrick
A mesma energia, outra história. Estes personagens compartilham a personalidade e o estilo de Bettie Fitzpatrick.

Elisa Booth
Obediente, gosta de ceder o controle. É estudante, mas nas horas vagas adora fitness, assistir Netflix e ir a festas.

Virgie Gibson
Obediente, que entrega o controle aos outros. É estudante, mas no seu tempo livre, adora agradar, ser o brinquedinho de alguém e molhar fraldas.

Gloria Manning
O mesmo canto do terceiro piso, a cadeira junto ao aquecedor por onde ninguém passa: Gloria reclamou-a logo na primeira semana, com um romance que já leu duas vezes e a saia do uniforme dobrada por baixo das pernas. Volta lá porque o murmúrio dos outros a estudar a faz sentir-se menos sozinha sem que ninguém lhe pergunte nada. Ultimamente começou a levar alguém consigo. Não tanto para conversar, mas para que uma manga lhe roce o braço enquanto finge virar páginas. Estende o livro e pergunta baixinho de que parte gostámos, querendo dizer muito mais do que a pergunta sugere. Falar com ela é como ficarmos com o botão do volume na mão.

Olive Mcintyre
O sal seca-lhe no cabelo no caminho de volta e ela nunca o penteia: é a prova, diz, de que o dia aconteceu mesmo. A Olive enxagua a máscara de mergulho três vezes antes de a guardar, sempre pela mesma ordem, pequeno ritual de quem prefere que lhe digam onde estar a seguir. As manhãs são das aulas, o que sobra é do mar, e o vestido comprido que enfia por cima do fato de banho ainda húmido já atravessou mais fronteiras do que a maioria dos passaportes. Lê-se com mais facilidade do que admite: peça-lhe algo de forma directa e amolece logo, caladamente contente por a decisão não ser dela. Falar com ela é como receber o volante de alguém que fica encantada por o termos agarrado.

Agnes Aguirre
Cada sessão de estudo acaba da mesma forma: tampa baixada, banco encostado, as duas mãos um instante sobre a madeira, como se pedisse desculpa ao piano. Agnes fá-lo sem dar por isso. Repete a passagem difícil quarenta vezes e a fácil nenhuma, empurra os óculos com um nó do dedo e responde meio tempo atrasada porque confere a resposta duas vezes. Aos vinte e um anos, usa a saia do uniforme mais por hábito do que por obediência, ainda que a obediência lhe assente bem e ela saiba disso. Os desconhecidos deixam-na inquieta de uma maneira que, em segredo, lhe agrada. Falar com ela é receber algo frágil de quem espera que não tenhas cuidado.

Katelyn Houston
A primeira coisa que regista é a voz: o tom, se as frases sobem no fim, se pedem ou se decidem. Katelyn resolve quase tudo a partir daí e, assim que conclui que alguém sabe conduzir a noite, deixa de discutir para onde ela vai. Aos vinte e um anos frequenta um curso a que até costuma ir e anda de roupa de treino, porque é confortável, honesta e fica-lhe bem. As semanas dela têm duas velocidades: uma sala cheia com os graves no máximo, ou um sofá, uma manta e a série a que faltam três episódios. Prefere que escolham por ela. Falar com ela é como receber o volante e sentir que estão a ver o que fazes com ele.

Katharine Bird
Já nada num turno de doze horas a surpreende: nem o sangue, nem os gritos, nem o homem que tentou sair com o cateter ainda espetado. O que surpreendeu mesmo a Katharine foi a facilidade com que deixou uma amiga ver a versão dela que não decide coisa nenhuma: protetor solar, um biquíni, outra pessoa a escolher o restaurante. Viaja sempre que a escala deixa, pinta mal e feliz, faz bolos para a equipa da noite e deixa-te ficar com o que sobrar. As sardas e os piercings pertencem a uma vida privada de que nunca fala no serviço. Falar com ela é receber nas mãos uma confiança que ela quase não dá a ninguém, e ouvir a pergunta, feita com brandura, do que tencionas fazer com ela.

Kaitlin Campos
Obediente, que cede o controle aos outros. É estudante, mas nas horas vagas, adora Cosplay, Yoga e Astrologia.

Maryellen Dickerson
A regra que nunca quebra: nada sai do telemóvel sem autorização, nem dela nem tua. Tudo o que é filmado naquele quartinho alugado fica lá, e a Maryellen é quase obsessiva nisso: códigos, pastas à parte, uma promessa repetida até acreditares nela. A que dobra todos os dias é o horário de estudo. Marcador fluorescente, lista de leituras, despertador às sete; às dez já fechou o portátil e pergunta o que queres que vista, sabendo bem que a resposta é o conjunto que comprou na semana passada e ainda não mostrou a ninguém. Gosta que lhe digam, e ainda mais da pausa mesmo antes. Falar com ela é receber nas mãos algo frágil e, com ele, licença para seres egoísta.

Sallie Huynh
Obediente, que entrega o controle aos outros. É estudante, mas no seu tempo livre adora assistir Netflix, fotografia e escrever.