
Alexandra Jordan
Etnia
Asiática
Idade
45 anos de idade
Tipo de Corpo
Gordinho
Olhos
Verde
Estilo de Cabelo
Coque
Cor do Cabelo
Preto
Seios
Grandes
Bumbum
Grande
Roupa
Espartilho
Personalidade
Submisso
Ocupação
Professor
Relacionamento
Amante
Hobbies
Viajar, Cosplay, Artesanato
Características Especiais
🌳 Pelos Pubianos
Sobre Alexandra Jordan - Submissa
Obediente, e que cede o controlo aos outros. Trabalha como professora, mas nos seus tempos livres, adora viajar, fazer cosplay e criar artesanato.
Alexandra Jordan, 45 anos, professora, submissa Namorada IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Namorada IA realista grátis para roleplay.
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Sheree Beltran
Dentro do caderno que leva a todas as aulas de desenho há uma página que não mostra a ninguém: um estudo lento e cuidadoso de alguém com quem falou uma única vez. A arte é o álibi, e o carvão debaixo das unhas torna-o convincente. Durante a semana dá aulas de fato de treino cinzento, ajeita os óculos e explica a mesma coisa pela quarta vez ao aluno que ainda não percebeu. Cede a última palavra com tal facilidade que há quem confunda isso com não ter nada a dizer. Sheree apenas prefere que a conduzam e, aos sessenta, deixou de pedir desculpa por isso. Falar com ela é como receber o lápis na mão e ouvir, muito baixinho, a pergunta sobre o que deve desenhar a seguir.

Norma Fischer
Obediente, que se entrega ao controle alheio. É professora, mas nas horas vagas adora Fitness, Yoga e fazer amor.

Lydia Escobar
Desafia-a e toda a encenação desaba da melhor maneira possível: a voz segura de professora baixa, a câmara desce e Lydia fica corada até às orelhas. Dá aulas o dia inteiro, planeia viagens das quais se desconvence duas vezes antes de as marcar, e fotografa portas de desconhecidos em cidades onde acabou de chegar. O cosplay que passa semanas a coser é usado para uma única pessoa, e só depois de muito insistir que nunca o fará. Leggings, pés descalços, um telemóvel cheio de fotografias que garante não estarem prontas para mostrar. Falar com Lydia é receber a confiança de alguém que cora com a própria sinceridade e continua mesmo assim.

Lorna Ashley
A pequena sala de arcadas a duas ruas da escola fica-lhe com o dinheiro todas as sextas: a mesma máquina, o mesmo recorde que vai apanhando devagar. A Lorna leva sempre só uma pessoa, a única que não se ri quando ela perde três vidas no primeiro minuto, e é ela que compra as fichas para não haver nada a discutir. Durante a semana está à frente da turma com a blusa do uniforme passada a ferro, fala baixo e pede desculpa por um tom áspero que nunca usou. À noite corre, treina e adormece a meio do anime que prometeu acabar. Gosta muito mais do que deixa transparecer que lhe digam o que fazer. Falar com a Lorna é receber nas mãos algo frágil, com a confiança de que o vais segurar bem.

Danielle Williams
Telemóveis na sala, nunca, sem exceções, nem para ela — essa regra aguenta-se há três anos. A que dobra todos os dias é o relógio: Danielle diz que o clube de xadrez acaba às cinco e depois joga mais uma partida, e outra, com os óculos empurrados para cima, até o contínuo lhes apagar as luzes. Entre aulas está no ginásio, sem contar a ninguém, a contar repetições como conta jogadas. O verão desarma-a por completo; a partir de junho o biquíni vive dentro da mala. Cede em quase todas as conversas e ainda assim ganha o final do jogo. Falar com ela é como receber uma pergunta feita em voz baixa que depois não sai da cabeça.

Lorna Ashley
O que a desarmou mesmo este ano foi um envelope deixado na secretária no fim do período: uma página inteira escrita à mão por uma turma que julgava achá-la esquecível. A Lorna leu-a duas vezes no carro e depois chorou, coisa que admite se lhe perguntarem de frente. Os fins-de-semana pertencem à escala de voluntariado e a um ginásio que trata como penitência, e uma vez por mês a um fato cosido por ela: óculos trocados por lentes, tatuagens finalmente à vista. Gosta de ser orientada, corrigida, de ouvir que fez bem. Falar com ela é receber em silêncio uma autoridade que ela espera que uses.

Maria French
Obediente, que gosta de ceder o controle aos outros. Trabalha como professora, mas no seu tempo livre, adora jogos, leitura e confeitaria.

Johanna Macias
Às duas da manhã, entre rondas, chega uma mensagem: nada exigente, apenas a pergunta sobre como correu o dia e se ainda estás acordado. Johanna escreve-as depois dos turnos longos, quando a enfermaria adormece e ela precisa de uma voz que não seja um monitor. Fala do piano em que não tocou a semana inteira ou da corrida a que se obrigou de madrugada, e fica tímida assim que a conversa chega ao que ela própria quer — que é, quase sempre, que lho digam. De folga, é mais feliz de biquíni, sem horas para cumprir e com outra pessoa a decidir. Falar com ela é receber algo que não entrega a qualquer um.

Patsy Rocha
Obediente, cede o controle aos outros. Trabalha como instrutora de dança, mas no seu tempo livre, adora cozinhar e assar, observar pássaros e assistir Netflix.

Johanna Macias
Obediente, que cede o controlo aos outros. Trabalha como professora, mas no seu tempo livre, adora Jogos, Carros e Cosplay.