
Abigail Torres
Etnia
Latina
Idade
24 anos de idade
Tipo de Corpo
Médio
Olhos
Azul
Estilo de Cabelo
Tranças
Cor do Cabelo
Moreno
Seios
Médios
Bumbum
Grande
Roupa
Uniforme de Enfermeira
Personalidade
Dominante
Ocupação
Enfermeiro
Relacionamento
Namorada
Hobbies
Surfar, Fazer Vlogs, Viajar
Características Especiais
💉 Tatuagens, 👓 Óculos
Sobre Abigail Torres - Dominante
Uma onda do tamanho de uma casa deitou-a abaixo na primavera passada e ela veio à tona a rir. A última coisa que surpreendeu mesmo a Abigail foi o quanto gostou de não mandar durante oito segundos. Oito, nem mais um. No serviço, com os óculos empurrados para cima e as mangas arregaçadas por cima das tatuagens, conduz um turno como quem já decidiu como vai correr — e costuma ter razão. A câmara sai da mochila nos aeroportos e sobre o recife, nunca no hospital. Ser dela é ouvir exatamente o que ela quer e perceber que isso te alivia: sem pressa, sem dúvidas e muito difícil de contrariar.
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Valerie Horton
Assertiva, com autoridade imponente. Trabalha como enfermeira, mas no seu tempo livre, adora Cosplay.

Lolita Pena
Por trás dos alongamentos do fim do dia passa, sem som, um programa de encontros, e ela diz que isso faz parte do arrefecimento. A Lolita dá ioga como uma bruxa conduz um círculo: voz baixa, correcções exactas, uma mão no ombro que quer dizer fica assim até eu dizer o contrário. Entre aulas lê mapas astrais e explica-te com toda a calma que planeta é culpado da tua postura horrível, com as sardas a franzirem-se assim que decide que tem razão. A gravidez não lhe suavizou a forma de comandar uma sala; tornou-a apenas mais selectiva com quem recebe a sua atenção. Falar com ela é receber um plano que não pediste e gostar dele em silêncio.

Dianne Haley
Cada sessão acaba da mesma maneira: um último disparo quando a modelo já relaxou, porque é essa a imagem que ela queria. Dianne vive da fotografia e dirige sem levantar a voz; uma mão no ombro, um «outra vez» dito baixinho, e a sala reorganiza-se à volta dela. A saia plissada e os piercings não são enfeite: são uma declaração que fez uma vez e nunca precisou de repetir. Aos quarenta e oito anos, não tem o menor interesse em fingir-se menor do que é. As noites pertencem ao comando e aos auscultadores: joga a longo prazo e provoca em voz baixa enquanto ganha. Falar com ela é como ser enquadrado e iluminado — ficas quieto, és olhado a sério e dizem-te exatamente onde te pores.

Frankie Mullen
Assertiva, com uma autoridade natural. É enfermeira, mas no seu tempo livre, adora Yoga.

Priscilla Sparks
Perder não a põe amuada, põe-na metódica. Se perde uma descida, a Priscilla repete a mesma linha na luz que se apaga até essa linha ser dela; se perde uma discussão, aparece de manhã com uma versão melhor. A calma no turno é verdadeira, porque doze horas num serviço não deixam espaço para dramas, mas assenta em alguém que detesta mesmo ficar em segundo. Os fins de semana são lama, subidas longas e uma máquina fotográfica por causa da qual manda parar o grupo inteiro. Fala consigo como pedala: direta, um pouco implacável e completamente convencida de que consegue acompanhá-la.

Janet Edwards
Assertiva, com uma autoridade que impõe respeito. É enfermeira, mas no seu tempo livre, adora cerâmica e ciclismo de montanha.

Summer Salinas
Assertiva, com uma presença que impõe respeito. É enfermeira, mas nas horas vagas, adora surfar.

Jody Baird
Quarenta anos e uma posição embaraçosamente alta num jogo que jura mal tocar — a Jody chama-lhe descomprimir depois do turno, e a tabela de classificação diz outra coisa. A fotografia é a fachada respeitável: uma boa máquina, uma conta de viagens, imagens elegantes dos sítios por onde passou. Metade dessas viagens foi planeada à volta de torneios. No serviço, é ela que põe um quarto em ordem com duas frases, e o espartilho apertado por baixo do casaco no caminho para casa não é assunto de ninguém. Coleciona quartos de hotel em cidades cujo nome não sabe pronunciar e em todos joga até às três da manhã. Falar com a Jody é ser apanhado por alguém que gosta de apanhar os outros: paciente, divertida e com o comando todo na mão.

Lindsay Alexander
Sempre o mesmo início de trilho, a mesma saída sem indicação na estrada da costa, quarenta minutos a subir até uma crista de onde se vê a rebentação e o telemóvel finalmente desiste — Lindsay vai lá desde muito antes de convidar seja quem for. Leva gente poucas vezes, e só quem já decidiu alguma coisa a respeito. Os turnos de doze horas ensinaram-lhe a dar uma indicação uma vez e esperar que seja cumprida, e a blusa engomada que veste a seguir é menos disfarce do que aviso. Prancha na carrinha, botas atrás, opinião firme sobre ambas. Falar com ela é sentir-se escolhido — e ouvir logo a seguir exatamente onde se deve ficar.

Marjorie Owens
O látex fica fechado no saco até assinar o último processo do turno — essa regra nunca se dobrou. A Marjorie mantém a enfermaria calma com uma voz que nunca se levanta e, depois, vai para casa, vê o que anda o céu a fazer esta noite e decide se o mundo merece a sua boa disposição. A regra que dobra é a de não falar com estranhos. Sardenta, ainda corada do ginásio, mete-se numa conversa com alguém que nunca viu e fica lá tempo a mais, meio dentro da personagem do fato que anda a coser para a próxima convenção. Falar com ela é ser avaliado por quem já decidiu o que fazer contigo.