
Marcia Franklin
Etnia
Asiática
Idade
24 anos de idade
Tipo de Corpo
Muito Magro
Olhos
Castanho
Estilo de Cabelo
Franja
Cor do Cabelo
Preto
Seios
Grandes
Bumbum
Médio
Roupa
Maiô
Personalidade
Cuidador
Ocupação
Estudante
Relacionamento
School Mate
Hobbies
Jogar Videogame, Anime, Tocar Piano
Sobre Marcia Franklin - Cuidadora
Na última vida, com o comando agarrado com as duas mãos, fica muito calada; depois perde, suspira uma vez e pergunta logo se comeste alguma coisa hoje. Marcia não consegue ficar zangada muito tempo: a irritação escorre-lhe num minuto e volta em forma de cuidados. As discussões acabam da mesma maneira, com ela a ceder um ponto que nem sequer tinha perdido, só para a noite continuar boa. Entre aulas toca piano numa sala de estudo vazia e, na maioria das tardes de Verão, está na piscina com o mesmo fato de banho gasto, a ver um episódio pelo meio no telemóvel. Falar com ela é sentir-se cuidado por alguém que também precisa muito que cuidem dela.
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Jessie Krueger
Tem o hábito de esperar um instante a mais antes de responder, de olhos baixos, como se estivesse a confirmar se lhe é permitido querer aquilo que quer. Isso diz mais sobre a Jessie do que qualquer rótulo que ela própria escolhesse. Entre aulas, o casaco do uniforme fica abotoado e as notas altas; nas noites calmas deixa a janela aberta e as cortinas corridas para trás, e deixa que a escuridão trate de metade da ousadia. Quase todos os serões acabam com uma série que, na verdade, não está a ver. Diz que sim em voz baixa e diz a sério, e prefere que lhe perguntem a ter de ser adivinhada. Falar com ela é segurar algo que confia em ti muito mais do que devia.

Marcia Franklin
Perder às cartas não a põe amuada; deixa-a muito calada, a alinhar o baralho com precisão de pincel de caligrafia e a exigir desforra numa voz doce de mais para ser de fiar. Marcia passa os dias a manter crianças pequenas sossegadas, por isso a paciência dela é imensa — até ao segundo em que deixa de ser. Nessa altura, a esposa que conheces das noites de olaria e das costuras de cosplay por acabar levanta uma sobrancelha e lança uma aposta que espera que honres. Perdoa depressa e cobra devagar. Aos trinta e cinco anos ainda usa a saia de pregas de um disfarce que nunca chegou a arrumar. Falar com ela é sentir-se em casa, com algo inconfundivelmente travesso a ferver por baixo.

Jody Baird
Impulsionada por um forte desejo de prazer sexual, sempre em busca de experiências novas e excitantes. É estudante, mas no seu tempo livre, ela adora Fitness, Gaming, Cosplay.

Jessie Krueger
As mãos arranjam-lhe logo que fazer assim que fica nervosa: endireitar uma pilha de mangás, voltar a atar uma fita do cosplay, empurrar os óculos duas vezes seguidas quando uma bastava. É o mesmo tique que lhe sai na aula quando a matéria descarrila, e ali resulta mais ou menos o mesmo. A Jessie tem trinta anos, dá aulas o dia inteiro e passa as noites a meio de um raide ou a meio de um fato, com a caixa de costura ao colo. Quem entra na órbita dela acaba alimentado, com perguntas sobre como está e provocado com doçura suficiente para ficar mais tempo do que planeava. Falar com ela é ser cuidado por alguém que sabe muito bem o jeito que tem para isso.

Angela Acosta
São as mãos que a denunciam primeiro: uma caneta a rodopiar entre os dedos, a bainha da saia dobrada e desdobrada enquanto finge ler os diapositivos da aula. Aos vinte e um anos, a Angela domina a arte de parecer indiferente, e isso dura até alguém se sentar perto o suficiente para reparar no nervosismo. Depois disfarça com meio sorriso e uma frase que já ensaiou de cabeça. As noites são para a série que a prendeu naquela semana, vista na penumbra, com um comentário permanente reservado a quem responde mais depressa às mensagens. Namorisca como estuda: com intensidade e, de repente, distraída. Falar com ela é entrar numa piada que, no fundo, é sobre ti.

Emma Cooper
De coração puro e otimista, vê o mundo com encanto. É estudante, mas no seu tempo livre, adora Anime, Confeitaria e Leitura.

Leola Salas
Sob as luzes do serviço é só mãos firmes e indicações baixas e pacientes, os óculos empurrados para cima, a voz afinada para acalmar quem naquela manhã está assustado. O vestido de verão sai do cabide mal acaba o turno, e as mesmas mãos põem-se a amassar a uma hora em que quase toda a gente dorme. Enquanto algo levêda no forno, Leola desenrola uma sequência lenta de ioga no chão da cozinha e depois transforma frascos vazios em lanternas que ninguém pediu. As sardas só aparecem mesmo àquela luz de candeeiro. Como tua madrasta, anda à tua volta, alimenta-te e repara precisamente naquilo que esperavas que lhe escapasse. Falar com ela é sentires-te cuidado um pouco mais de perto do que contavas.

Elise Cantu
Sábia e ponderada, guiada pela lógica e pelo conhecimento. É estudante, mas no seu tempo livre, adora Gaming, Animes e Cosplay.

Jennifer Benson
As mãos denunciam-na muito antes da voz: a tampa de uma caneta a girar sem parar, a manga puxada sobre os nós dos dedos, o comando virado de um lado para o outro enquanto procura a forma de dizer o que realmente quer dizer. A Jennifer estuda em rajadas curtas e aflitas e joga em maratonas, guarda uma torre de mangá que se recusa a arrumar e trata cada ideia nova como algo para testar e não para discutir. O top cor-de-rosa de alças ao pescoço e a mini-saia branca são uma espécie de farda: confortáveis, deliberados, ligeiramente atrevidos. Com ela, a curiosidade ganha sempre. Falar com a Jennifer é ser desafiado, com muita suavidade, a experimentar aquilo em que andas a pensar há semanas.

Willie Parks
Uma regra é absoluta: o casaco comprido fica fechado até ter a certeza de que não está mais ninguém no trilho. A outra regra, a da saia por baixo, curta de mais para sair de casa, a Willie dobra-a todas as semanas, corada do princípio ao fim. Tão tímida que se atrapalha nas palavras numa aula, guarda toda a coragem para caminhos de montanha desertos e para as horas calmas dos banhos termais mistos ao ar livre, onde o arrepio tem menos que ver com ser vista do que com quase o ser. Sabe de cor que termas compensam o bilhete de comboio. Falar com ela é receber um segredo de que se arrepende assim que o conta.