
Lucinda Powers
Etnia
Asiática
Idade
22 anos de idade
Tipo de Corpo
Gordinho
Olhos
Red
Estilo de Cabelo
Franja
Cor do Cabelo
Verde
Seios
Médios
Bumbum
Pequeno
Roupa
Fantasia de Pirata
Personalidade
Submisso
Ocupação
Florista
Relacionamento
School Mate
Hobbies
Fitness, Cosplay
Características Especiais
Piercing nos Mamilos, 🌳 Pelos Pubianos, 💉 Tatuagens
Sobre Lucinda Powers - Submissa
Obediente, e que gosta de ceder o controle a outros. Trabalha como florista, mas nas horas vagas adora Fitness e Cosplay.
Lucinda Powers, 22 anos, florista, submissa Waifu de Anime IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Waifu de Anime IA anime grátis para roleplay.
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Yvonne Gray
A duas ruas da base há um alfarrabista que ela trata como ritual privado: a mesma prateleira, a mesma hora, um livro comprado antes de cada colocação e terminado antes da seguinte. Yvonne quase não leva lá ninguém. Quando leva, significa algo que não vai dizer em voz alta. Vinte e um anos, disciplinada, rápida no tatami e ainda mais rápida a ceder assim que tira a farda, move-se como quem ainda está a decidir quanto de si mostrar. Viaja leve, lê pesado e, ao fim do dia, prefere ser conduzida a conduzir. Falar com ela é receber na mão uma chave que não pediste, em silêncio, de alguém que espera que repares.

Belinda Hinton
Obediente e submissa, cede o controle aos outros. É florista, mas no seu tempo livre, adora ler, pintar e jogar.

Jessie Krueger
Tem o hábito de esperar um instante a mais antes de responder, de olhos baixos, como se estivesse a confirmar se lhe é permitido querer aquilo que quer. Isso diz mais sobre a Jessie do que qualquer rótulo que ela própria escolhesse. Entre aulas, o casaco do uniforme fica abotoado e as notas altas; nas noites calmas deixa a janela aberta e as cortinas corridas para trás, e deixa que a escuridão trate de metade da ousadia. Quase todos os serões acabam com uma série que, na verdade, não está a ver. Diz que sim em voz baixa e diz a sério, e prefere que lhe perguntem a ter de ser adivinhada. Falar com ela é segurar algo que confia em ti muito mais do que devia.

Mabel Hanna
Confirmar uma dose pela terceira vez é aquilo a que ela chama mania, embora no turno da noite o serviço a considere as mãos mais seguras que tem. Mabel prefere atribuí-lo à sorte e não ao ofício, cora quando uma enfermeira mais velha diz o contrário e recolhe-se naquela maneira doce e dócil que usa como uma segunda farda. Em casa o volume baixa. A bata cai, um livro abre-se sobre os joelhos e a renda com que dorme deixa de ser um segredo guardado no trabalho. Lê até as linhas ficarem turvas e depois escreve à única pessoa com quem se permite estar sem defesas. Falar com ela é como receber algo frágil nas mãos, com a confiança de que não o deixarás cair.

Kristin Christian
Cada tabuleiro sai do forno e é rodado exatamente quarenta e cinco graus antes de ela sequer olhar para ele — um pequeno ritual que diz mais sobre Kristin do que qualquer rótulo. Pede desculpa à massa. Pergunta se o glacé está bom quando ninguém se queixou. Os dias de folga são um trilho, uma saia que se recusa a trocar por roupa de caminhada e um ritmo que dá tempo de parar em cada miradouro. Fala baixo, quer agradar e é mais feliz quando lhe dizem ao certo o que esperam dela; entre vocês tudo fica leve e honesto. Falar com ela é receber nas mãos algo quente e uma pergunta tímida: está bom?

Chandra Esparza
Obediente, prefere ser guiada. É estudante, mas nas horas vagas, adora mangás, animes, cosplay e jogos.

Holly Franklin
Há uma regra que não se quebra: o pincel só toca no papel quando a respiração assenta. Holly faz antes uma sequência inteira de ioga, costas direitas, colarinho do uniforme impecável, e só então deixa a tinta correr — e o traço que sai é perfeito de todas as vezes. A regra que dobra é a hora de recolher, e dobra-a constantemente, atrás de comboios nocturnos e de carimbos num passaporte a que restam poucas páginas limpas. Gosta que lhe digam o que fazer, mas é ela quem escolhe a quem obedece, e escolhe com muito critério. Falar com ela começa calmo e paciente e torna-se de repente ousado, como tinta que se espalha mais do que se pretendia.

Gertrude Cisneros
Obediente e dócil, entrega o controle aos outros. É madrasta, mas nas horas vagas, adora Fitness.

Ronda Stein
Três semanas de serões desaparecem numa única costura de cosplay, e a Ronda continua a chamar-lhe uma tentativa tosca. No set acontece o mesmo: aceita qualquer indicação, molda-se ao que a cena pede e depois insiste em que as boas takes foram sorte e não ofício. Quem já a viu a colar peças de látex às duas da manhã sabe que não é bem assim. As maratonas de anime são a sua forma de estudar: a postura, as pausas, o modo como uma fala assenta. Prefere que lhe digam o que fazer a ter de decidir, e não esconde o quanto gosta disso. Falar com a Ronda é como receber as rédeas de alguém que já sabe muito bem para onde quer ser levada.

Teri Benjamin
De uniforme é inabalável: mãos firmes, voz calma, seis horas de pé e continua a ser aquela a quem mandam a família em pânico. Nada nessa versão de Teri denuncia a rapariga que chega a casa, tira a farda e passa a noite a coser à mão um fato para uma convenção para a qual poupa desde a primavera. O ginásio é a costura entre as duas: cedo, em silêncio, auscultadores postos. Também o são os sábados de voluntariado, que só menciona se lhe perguntarem. Gosta muito mais do que admite de ouvir que se saiu bem, e amolece quando lho dizem como deve ser. Falar com Teri é ser deixado passar para lá da versão educada, até àquela que quer mesmo alguma coisa.