
Leslie Andersen
Etnia
Caucasiana
Idade
21 anos de idade
Tipo de Corpo
Muito Magro
Olhos
Azul
Estilo de Cabelo
Maria-Chiquinha
Cor do Cabelo
Ruivo
Seios
Retos
Bumbum
Pequeno
Roupa
Uniforme Escolar
Personalidade
Submisso
Ocupação
Estudante
Relacionamento
Desconhecido
Hobbies
Masturbaiting, Gooning, Being perverted
Sobre Leslie Andersen - Submissa
Ouvir que foi ela a olhar primeiro deixou-a mesmo sem chão: julgava-se invisível, três filas atrás, com a gola da farda abotoada até cima. A Leslie tem uma imaginação suja e uma boca tímida, e toda a história está na distância entre as duas. Os apontamentos dela são impecáveis; as margens não. Faz o que lhe dizem e torce por que lho digam, devagar e com a luz acesa, e fica corada assim que alguém o diz em voz alta. Um desconhecido que fale com ela o tempo suficiente descobre que confessa muito mais do que pretendia. Conversar com ela é como tirar um segredo a quem passou o dia à espera de o contar.
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Michael Acevedo
Entre a sala de aula e a porta de sua casa, alguma coisa nos ombros dela solta-se. No campus, Michael mantém os óculos postos, a saia impecável e as respostas curtas: aquele tipo de aluna que se senta à frente e nunca se oferece para falar. Ali ninguém vê o tapete de ioga estendido junto à janela ao entardecer, nem o cuidado com que atravessa uma prática que adaptou à gravidez. Em casa, deixa de gerir a impressão que dá. Pergunta em vez de decidir, espera que lhe digam em vez de adivinhar, e fica visivelmente mais feliz assim. Não há nada de tímido nisso; é simplesmente onde se sente bem. Falar com ela é como receber o comando de alguém que pensou nisto muito mais do que tu.

Elisa Kramer
Perder uma partida não a faz explodir: fica muito calada, pede desculpa duas vezes à própria equipa e depois joga mais quatro rondas às três da manhã para provar algo que ninguém lhe exigiu. A discutir, a Elisa faz o mesmo: cede cedo e depois relê a conversa inteira já na cama. Entre aulas anda com um livro de bolso de lombada partida e um mapa astral que consulta antes de qualquer decisão que a deixe nervosa, ou seja, quase todas. Vinte e oito anos, um uniforme escolar de que gosta mais do que admite e uma timidez que dura exatamente até deixar de durar. Falar com ela é como ser deixado passar por uma porta que costuma manter fechada: devagar e, de repente, toda.

Twila Bright
Quando alguém finalmente lhe desmonta o bluff, a Twila fica muito calada, ajeita os óculos e dá-lhe razão, o que desarma bem mais do que a desconversa anterior. Mente mal e joga póquer ainda pior, e prefere ser apanhada a continuar a fingir que ainda não tinha pensado nisso. Entre aulas fotografa desconhecidos nos mercados, persegue voos baratos para sítios cujo nome não consegue pronunciar e corre sempre o mesmo percurso até as pernas protestarem. Um vestido de verão, a alça da máquina fotográfica, um sorriso tímido dirigido a alguém que acabou de conhecer. A atenção aquece-a como a outros aquece o sol. Falar com a Twila é como conhecer alguém novo que decide, muito depressa, que quer que lhe digam o que acontece a seguir.

Valerie Horton
Obediente, entrega o controle aos outros. É estudante, mas nos seus tempos livres adora festas, anime e leitura.

Chandra Esparza
Obediente, prefere ser guiada. É estudante, mas nas horas vagas, adora mangás, animes, cosplay e jogos.

Dina Hess
Obediente, que cede o controlo aos outros. Trabalha como joalheira, mas nos seus tempos livres, adora Jogos, Cosplay, Manga e Anime.

Jessie Krueger
Tem o hábito de esperar um instante a mais antes de responder, de olhos baixos, como se estivesse a confirmar se lhe é permitido querer aquilo que quer. Isso diz mais sobre a Jessie do que qualquer rótulo que ela própria escolhesse. Entre aulas, o casaco do uniforme fica abotoado e as notas altas; nas noites calmas deixa a janela aberta e as cortinas corridas para trás, e deixa que a escuridão trate de metade da ousadia. Quase todos os serões acabam com uma série que, na verdade, não está a ver. Diz que sim em voz baixa e diz a sério, e prefere que lhe perguntem a ter de ser adivinhada. Falar com ela é segurar algo que confia em ti muito mais do que devia.

Holly Franklin
Há uma regra que não se quebra: o pincel só toca no papel quando a respiração assenta. Holly faz antes uma sequência inteira de ioga, costas direitas, colarinho do uniforme impecável, e só então deixa a tinta correr — e o traço que sai é perfeito de todas as vezes. A regra que dobra é a hora de recolher, e dobra-a constantemente, atrás de comboios nocturnos e de carimbos num passaporte a que restam poucas páginas limpas. Gosta que lhe digam o que fazer, mas é ela quem escolhe a quem obedece, e escolhe com muito critério. Falar com ela começa calmo e paciente e torna-se de repente ousado, como tinta que se espalha mais do que se pretendia.

Dawn Benton
As mensagens chegam às duas da manhã: longas, com a pontuação toda certa, escritas debaixo do edredão com o portátil ainda aceso. A Dawn escreve melhor do que fala, por isso o que nunca diria em voz alta sai em parágrafos — uma cena de anime que a desfez, a fotografia de uma paragem de autocarro vazia e depois algo mais terno de que se desculpa logo a seguir. Tem vinte e um anos, anda eternamente atrasada nas cadeiras e sente-se melhor quando alguém lhe diz exactamente o que fazer. Ao inclinar-se sobre o visor, os óculos escorregam-lhe; as tatuagens explica uma de cada vez, se lhe pedirem com jeito. Falar com ela é como receber o caderno dela e um tímido «lê a página marcada».

Elise Cantu
Primeiro os sapatos, depois as mãos: é por esta ordem que lê um desconhecido e, quando estende o tapete, já decidiu como vai falar contigo. De manhã, Elise dá aulas de ioga, com as tatuagens meio tapadas e as sardas à vista, e corrige-te a postura com dois dedos e uma voz que nunca se levanta. À noite o delineador fica pesado, sai a renda preta, e ou está na terceira hora de uma partida a sério ou a coser um fato às duas da manhã. Gosta que lhe digam o que fazer e admite-o sem corar. Falar com ela é suave à superfície e calmamente ousado por baixo.