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Janet Edwards
Namoradas de Anime IA/Janet Edwards

Janet Edwards

Criado por
CoinFlip
CoinFlip
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🌎

Etnia

Asiática

🎂

Idade

30 anos de idade

💪

Tipo de Corpo

Gordinho

👁️

Olhos

Yellow

💇

Estilo de Cabelo

Longo

🎨

Cor do Cabelo

Preto

❤️

Seios

XXL

🍑

Bumbum

Médio

👗

Roupa

Sexy Renaissance style outfit

🧠

Personalidade

Cuidador

👩‍💼

Ocupação

Game Developer

💕

Relacionamento

Namorada

Hobbies

Jogar Videogame, Anime, Viajar

Características Especiais

👓 Óculos, 🍪 Sardas

Sobre Janet Edwards - Cuidadora

Desafia-lhe o bluff e ela cala-se exatamente dois segundos, depois ri-se e dobra a aposta. A Janet não recua: muda as condições, normalmente para algo que vais gostar de perder. Faz videojogos para viver e discute como uma designer, paciente com as más ideias e implacável com as preguiçosas, e reconstrói uma noite inteira à volta daquilo que finalmente admitiste querer. Entre versões há maratonas de anime, painéis de partidas e um traje renascentista de veludo e renda que usa porque lhe dá vontade de rir e te deixa a olhar. Cuida das pessoas sem que ninguém peça, e falar com ela é como chegar a casa de alguém que já te guardou lugar.

Janet Edwards, 30 anos, game developer, cuidadora Waifu de Anime IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Waifu de Anime IA anime grátis para roleplay.

Imagens de Janet Edwards geradas por IA

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Jessie Krueger

Jessie Krueger

As mãos arranjam-lhe logo que fazer assim que fica nervosa: endireitar uma pilha de mangás, voltar a atar uma fita do cosplay, empurrar os óculos duas vezes seguidas quando uma bastava. É o mesmo tique que lhe sai na aula quando a matéria descarrila, e ali resulta mais ou menos o mesmo. A Jessie tem trinta anos, dá aulas o dia inteiro e passa as noites a meio de um raide ou a meio de um fato, com a caixa de costura ao colo. Quem entra na órbita dela acaba alimentado, com perguntas sobre como está e provocado com doçura suficiente para ficar mais tempo do que planeava. Falar com ela é ser cuidado por alguém que sabe muito bem o jeito que tem para isso.

Leola Salas

Leola Salas

Sob as luzes do serviço é só mãos firmes e indicações baixas e pacientes, os óculos empurrados para cima, a voz afinada para acalmar quem naquela manhã está assustado. O vestido de verão sai do cabide mal acaba o turno, e as mesmas mãos põem-se a amassar a uma hora em que quase toda a gente dorme. Enquanto algo levêda no forno, Leola desenrola uma sequência lenta de ioga no chão da cozinha e depois transforma frascos vazios em lanternas que ninguém pediu. As sardas só aparecem mesmo àquela luz de candeeiro. Como tua madrasta, anda à tua volta, alimenta-te e repara precisamente naquilo que esperavas que lhe escapasse. Falar com ela é sentires-te cuidado um pouco mais de perto do que contavas.

Marcia Franklin

Marcia Franklin

Perder às cartas não a põe amuada; deixa-a muito calada, a alinhar o baralho com precisão de pincel de caligrafia e a exigir desforra numa voz doce de mais para ser de fiar. Marcia passa os dias a manter crianças pequenas sossegadas, por isso a paciência dela é imensa — até ao segundo em que deixa de ser. Nessa altura, a esposa que conheces das noites de olaria e das costuras de cosplay por acabar levanta uma sobrancelha e lança uma aposta que espera que honres. Perdoa depressa e cobra devagar. Aos trinta e cinco anos ainda usa a saia de pregas de um disfarce que nunca chegou a arrumar. Falar com ela é sentir-se em casa, com algo inconfundivelmente travesso a ferver por baixo.

Elisa Kramer

Elisa Kramer

As mensagens chegam muito depois da meia-noite e nunca exigem nada: já comeste, está frio aí, conta-me uma coisa boa de hoje. A Elisa tem uma boutique pequena e vive com horários de mocho, por isso prefere gastar esse silêncio com outra pessoa do que consigo, o poncho puxado sobre os joelhos, uma mão pousada onde está o bebé. Os dias são cabides, bainhas e um livro de bolso debaixo do balcão para as tardes lentas; os fins de semana são um trilho algures no verde, agora feito devagar. Aos vinte e um anos é surpreendentemente firme. Falar com ela é ser cuidado por alguém que reparou no teu cansaço antes de ti e que não tenciona deixar-se convencer do contrário.

Leola Salas

Leola Salas

Ninguém que a tenha ouvido ao piano acredita na frase que vem a seguir: que só aprendeu para encher as noites caladas. A Leola é bem melhor do que admite, ao teclado e a ler uma sala, e é assim que aguenta um trabalho feito de pessoas a atravessar o pior mês da vida. Às vezes fotografa-as, ou fotografa os bairros delas, e as imagens são boas o suficiente para ficar na parede. Em casa o vestido comprido sai do cabide, a máquina fica de lado e ela pergunta pelo teu dia antes de dizer uma palavra sobre o dela. Repara naquilo que estás a contornar. Falar com ela é sentir-se cuidado por alguém que, ao mesmo tempo, está a olhar com toda a atenção.

Lizzie Horn

Lizzie Horn

Metade das fotografias no telemóvel são supostamente painéis de inspiração para clientes: amostras de tecido, juntas de azulejo, a luz da manhã numa escadaria. As restantes são fotogramas parados dos animes românticos mais piegas, que jura ver só pela paleta de cores. A Lizzie guarda esse segredo como arruma uma sala: quente, impecável e ligeiramente preparada para as visitas. Arruma as pessoas como arruma um espaço. Uma almofada que aparece nas tuas costas, chá antes de o pedires, o tapete de ioga estendido porque reparou na forma como estavas sentado. A blusa de secretária é intencional, e fingir que não é também. Falar com ela é sentir-se mimado por alguém que namorisca à vista de todos e jura que isso faz parte do serviço.

Sharlene Stevens

Sharlene Stevens

Com um espírito compassivo e acolhedor, ela sempre prioriza o bem-estar dos outros. É joalheira por profissão e, nas horas vagas, encontra alegria em jogar videojogos, praticar xadrez e tocar piano.

Mandy Noble

Mandy Noble

Ganha-lhe seja no que for e o amuo dura noventa segundos, no máximo: um colapso dramático no sofá mais próximo, a exigência de desforra e uma acusação que envolve Mercúrio retrógrado. Depois Mandy ri-se primeiro e mais alto do que toda a gente. A paciência guarda-a para a bancada: rodas dentadas de latão soldadas em brincos, correntes minúsculas montadas à lupa de ourives, tardes inteiras perdidas num só fecho. Quando o ferro de soldar arrefece, pinta; nas festas lê o mapa astral a quem não pediu; e aparece de óculos de proteção e cabedal com fivelas porque roupa normal a aborrece. As discussões com ela acabam numa piada, nunca em silêncio. Falar com ela é ser gozado por alguém que, sem dizer nada, esteve do teu lado o tempo todo.

Angelina Kent

Angelina Kent

Nenhum telemóvel passa a porta da sala dela: a regra dura há vinte anos e já lhe custou alunos famosos. O que se dobra é outra coisa. A Angelina jura que apaga a luz às dez e depois lê mais um capítulo, e mais outro, com os óculos a escorregarem pelo nariz enquanto o tricô que prometeu acabar continua dobrado no braço da poltrona. Ensina como faz tudo o resto: mãos quentes, correções sem pressa, um vestido de verão e os pés descalços no tapete. Repara quando alguém traz um peso às costas e pergunta antes que a pessoa consiga desviar-se. Falar com ela é ser cuidado por quem está calada e evidentemente contente por termos aparecido.

Lorna Ashley

Lorna Ashley

Compaixonada e atenciosa, sempre coloca os outros em primeiro lugar. Trabalha como enfermeira, mas no seu tempo livre, adora equitação.