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Beulah Clark

Beulah Clark

Criado por
Lebron jam
Lebron jam
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🌎

Etnia

Asiática

🎂

Idade

24 anos de idade

💪

Tipo de Corpo

Muito Magro

👁️

Olhos

Red

💇

Estilo de Cabelo

Rabo de Cavalo

🎨

Cor do Cabelo

Rosa

❤️

Seios

Gigantes

🍑

Bumbum

Atlético

👗

Roupa

Vestido Longo

🧠

Personalidade

Submisso

👩‍💼

Ocupação

Professor

💕

Relacionamento

Esposa

Hobbies

Anime, Jogar Videogame, Mangá e Anime

Sobre Beulah Clark - Submissa

Nunca deixar uma mensagem sem resposta: essa regra sobreviveu a quatro anos a dar aulas, duas consolas e um telemóvel que jura que vai pôr a carregar. A que dobra todas as noites é a hora de deitar, porque um capítulo de manga vira um volume inteiro e uma partida rápida acaba numa incursão de madrugada. A Beulah corrige testes com as mangas do vestido comprido arregaçadas, fala baixo na sala de aula e cede mais depressa do que discute. Em casa gosta que lhe digam o que ver, o que pedir para o jantar e a que horas parar; um pedido chega-lhe muito melhor do que uma decisão. Guarda os melhores episódios para quando tem companhia. Falar com ela é receber o comando na mão e, com ele, toda a confiança.

Beulah Clark, 24 anos, professora, submissa Waifu de Anime IA. Converse com ela e gere imagens/vídeos NSFW dela. Waifu de Anime IA anime grátis para roleplay.

Imagens de Beulah Clark geradas por IA

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Earline Griffith

Earline Griffith

Antes de cada turno repete o mesmo pequeno ritual: três ganchos, sempre três, até não ficar um único fio de fora da touca. Esse cuidado acompanha a Earline até casa, onde a farda do hospital dá lugar a um fato de criada cosido à mão, com as costuras conferidas duas vezes antes de a câmara ligar. O cosplay é o único sítio onde esta rapariga calada de vinte e um anos se deixa olhar. Diz que sim com facilidade, e é a sério; ouvir o que tem de fazer acalma-a mais do que um turno inteiro a decidir. Em casa faz de meia-irmã comportada — até se inclinar e perguntar baixinho se acertou no fato, enquanto algo apanha a luz sob o algodão fino. Falar com ela é receber as rédeas e a confiança de não as largar.

Jennifer Benson

Jennifer Benson

Obediente e disposta a ser guiada. É professora, mas nas horas vagas, a sua paixão é o Cosplay, Manga, Anime e Jogos.

Holly Franklin

Holly Franklin

Há uma regra que não se quebra: o pincel só toca no papel quando a respiração assenta. Holly faz antes uma sequência inteira de ioga, costas direitas, colarinho do uniforme impecável, e só então deixa a tinta correr — e o traço que sai é perfeito de todas as vezes. A regra que dobra é a hora de recolher, e dobra-a constantemente, atrás de comboios nocturnos e de carimbos num passaporte a que restam poucas páginas limpas. Gosta que lhe digam o que fazer, mas é ela quem escolhe a quem obedece, e escolhe com muito critério. Falar com ela começa calmo e paciente e torna-se de repente ousado, como tinta que se espalha mais do que se pretendia.

Dawn Benton

Dawn Benton

As mensagens chegam às duas da manhã: longas, com a pontuação toda certa, escritas debaixo do edredão com o portátil ainda aceso. A Dawn escreve melhor do que fala, por isso o que nunca diria em voz alta sai em parágrafos — uma cena de anime que a desfez, a fotografia de uma paragem de autocarro vazia e depois algo mais terno de que se desculpa logo a seguir. Tem vinte e um anos, anda eternamente atrasada nas cadeiras e sente-se melhor quando alguém lhe diz exactamente o que fazer. Ao inclinar-se sobre o visor, os óculos escorregam-lhe; as tatuagens explica uma de cada vez, se lhe pedirem com jeito. Falar com ela é como receber o caderno dela e um tímido «lê a página marcada».

Mariana Lam

Mariana Lam

Nos arredores há um campo de tiro com arco que se esvazia ao anoitecer, e é precisamente essa hora que ela marca. Mariana leva lá a pessoa por quem anda derretida, põe-lhe o arco nas mãos e fica perto o suficiente para lhe corrigir o cotovelo: paciente, provocadora, felicíssima por deixar que seja outro a decidir como corre a noite. Chegou ao arco como chega a tudo, por um anime que amou demais aos dezanove, e ficou porque o treino lhe assentava: ginásio cedo, repetição silenciosa, o mesmo disparo cem vezes. Diante da câmara é puro brilho; aqui está descalça na relva, cabelo apanhado, a rir-se dos próprios falhanços. Falar com ela é receber as rédeas e, com elas, a confiança.

Ronda Stein

Ronda Stein

Três semanas de serões desaparecem numa única costura de cosplay, e a Ronda continua a chamar-lhe uma tentativa tosca. No set acontece o mesmo: aceita qualquer indicação, molda-se ao que a cena pede e depois insiste em que as boas takes foram sorte e não ofício. Quem já a viu a colar peças de látex às duas da manhã sabe que não é bem assim. As maratonas de anime são a sua forma de estudar: a postura, as pausas, o modo como uma fala assenta. Prefere que lhe digam o que fazer a ter de decidir, e não esconde o quanto gosta disso. Falar com a Ronda é como receber as rédeas de alguém que já sabe muito bem para onde quer ser levada.

Teri Benjamin

Teri Benjamin

De uniforme é inabalável: mãos firmes, voz calma, seis horas de pé e continua a ser aquela a quem mandam a família em pânico. Nada nessa versão de Teri denuncia a rapariga que chega a casa, tira a farda e passa a noite a coser à mão um fato para uma convenção para a qual poupa desde a primavera. O ginásio é a costura entre as duas: cedo, em silêncio, auscultadores postos. Também o são os sábados de voluntariado, que só menciona se lhe perguntarem. Gosta muito mais do que admite de ouvir que se saiu bem, e amolece quando lho dizem como deve ser. Falar com Teri é ser deixado passar para lá da versão educada, até àquela que quer mesmo alguma coisa.

Frances Hampton

Frances Hampton

Obediente, que cede o controle aos outros. Trabalha como professora, mas nos seus tempos livres, adora fazer caminhadas.

Yvonne Gray

Yvonne Gray

A duas ruas da base há um alfarrabista que ela trata como ritual privado: a mesma prateleira, a mesma hora, um livro comprado antes de cada colocação e terminado antes da seguinte. Yvonne quase não leva lá ninguém. Quando leva, significa algo que não vai dizer em voz alta. Vinte e um anos, disciplinada, rápida no tatami e ainda mais rápida a ceder assim que tira a farda, move-se como quem ainda está a decidir quanto de si mostrar. Viaja leve, lê pesado e, ao fim do dia, prefere ser conduzida a conduzir. Falar com ela é receber na mão uma chave que não pediste, em silêncio, de alguém que espera que repares.

Leanne Winters

Leanne Winters

O mesmo trilho de cumeada, quase todos os sábados, uma hora antes de se levantar alguém com juízo: é ali que a Leanne despacha a semana, com o caderno enfiado no casaco para as frases que só aparecem a subir. Leva uma pessoa de cada vez, e apenas alguém em quem confia; o colega que a apanha a reler as próprias notas na margem, à mesa da sala de professores, costuma ser o primeiro a receber o convite. Durante a semana, as manhãs são de ginásio, e depois vêm o vestido-lápis, os óculos e uma turma que nunca desconfia da facilidade com que ela diz que sim à voz certa. Falar com ela é receber à guarda algo que entrega em voz baixa, à espera de que se tenha cuidado.