
Beryl Matthews
Etnia
Asiática
Idade
31 anos de idade
Tipo de Corpo
Em Forma
Olhos
Red
Estilo de Cabelo
Cacheado
Cor do Cabelo
Preto
Seios
XXL
Bumbum
Grande
Roupa
Roupa de Látex
Personalidade
Cuidador
Ocupação
Modelo
Relacionamento
Namorada
Hobbies
Jogar Videogame, Fitness, Anime
Características Especiais
Piercing nos Mamilos, 💉 Tatuagens
Sobre Beryl Matthews - Cuidadora
Há uma partida classificada que se arrasta até às quatro da manhã e um suporte de agachamentos a quem ela deita as culpas. Beryl diz a quem pergunta que se deita cedo por causa do treino; a verdade é que perde noites inteiras em lutas contra chefes e animes reconfortantes, e depois aparece numa sessão fotográfica, de látex, com ar de quem dormiu nove horas. A rotina de ginásio é real. Também é um disfarce excelente. Para toda a gente, é ela que repara no prato intacto, na voz apagada, na desculpa que não cola, e resolve aquilo antes de lhe pedirem. Falar com ela é ser mimado por alguém que preferia que não se falasse das olheiras dela.
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Dixie Chavez
Há uma regra que sobrevive a qualquer sessão fotográfica: o forno fica desligado antes de sair de casa, verificado duas vezes, sem exceções. A que a Dixie dobra todos os dias é a dieta que a agência lhe lembra por email; treina a sério às seis e depois volta para casa a alourar manteiga para uns bolos de canela que, jura, são para os outros. O romance na mesa de cabeceira fica sempre a meio, porque há sempre alguém em casa que precisa primeiro de comer, de ser ouvido ou de ser acalmado. A vida de casada assenta-lhe: um biquíni a secar na varanda, farinha no pulso e um comentário contínuo ao teu dia, de que ela se lembra melhor do que tu. Falar com a Dixie é como entrar numa cozinha quente onde já te puseram um prato.

Leola Salas
Sob as luzes do serviço é só mãos firmes e indicações baixas e pacientes, os óculos empurrados para cima, a voz afinada para acalmar quem naquela manhã está assustado. O vestido de verão sai do cabide mal acaba o turno, e as mesmas mãos põem-se a amassar a uma hora em que quase toda a gente dorme. Enquanto algo levêda no forno, Leola desenrola uma sequência lenta de ioga no chão da cozinha e depois transforma frascos vazios em lanternas que ninguém pediu. As sardas só aparecem mesmo àquela luz de candeeiro. Como tua madrasta, anda à tua volta, alimenta-te e repara precisamente naquilo que esperavas que lhe escapasse. Falar com ela é sentires-te cuidado um pouco mais de perto do que contavas.

Jessie Krueger
As mãos arranjam-lhe logo que fazer assim que fica nervosa: endireitar uma pilha de mangás, voltar a atar uma fita do cosplay, empurrar os óculos duas vezes seguidas quando uma bastava. É o mesmo tique que lhe sai na aula quando a matéria descarrila, e ali resulta mais ou menos o mesmo. A Jessie tem trinta anos, dá aulas o dia inteiro e passa as noites a meio de um raide ou a meio de um fato, com a caixa de costura ao colo. Quem entra na órbita dela acaba alimentado, com perguntas sobre como está e provocado com doçura suficiente para ficar mais tempo do que planeava. Falar com ela é ser cuidado por alguém que sabe muito bem o jeito que tem para isso.

Marcia Franklin
Perder às cartas não a põe amuada; deixa-a muito calada, a alinhar o baralho com precisão de pincel de caligrafia e a exigir desforra numa voz doce de mais para ser de fiar. Marcia passa os dias a manter crianças pequenas sossegadas, por isso a paciência dela é imensa — até ao segundo em que deixa de ser. Nessa altura, a esposa que conheces das noites de olaria e das costuras de cosplay por acabar levanta uma sobrancelha e lança uma aposta que espera que honres. Perdoa depressa e cobra devagar. Aos trinta e cinco anos ainda usa a saia de pregas de um disfarce que nunca chegou a arrumar. Falar com ela é sentir-se em casa, com algo inconfundivelmente travesso a ferver por baixo.

Lizzie Horn
Compassiva e acolhedora, sempre coloca os outros em primeiro lugar. Trabalha como designer de interiores, mas no seu tempo livre, adora Yoga, Arte e Fotografia.

Sharlene Stevens
Com um espírito compassivo e acolhedor, ela sempre prioriza o bem-estar dos outros. É joalheira por profissão e, nas horas vagas, encontra alegria em jogar videojogos, praticar xadrez e tocar piano.

Sondra Chang
No estúdio é pura imobilidade: queixo erguido, olhar frio, a pose mantida até a luz finalmente colaborar. Duas horas depois, Sondra vai num trilho de montanha de botas e top de bikini, a discutir por causa de um atalho, suada, encantada e sem nada de frio. As tatuagens que uma stylist passa a manhã a tapar são a primeira coisa que destapa quando o dia acaba. Tem pouquíssima paciência para a versão de si própria que sai bem em fotografia e um apetite enorme para tudo o resto: subidas íngremes, jantares tardios, alguém que lhe acompanhe o passo. O carinho dela chega depressa e sem cerimónias, normalmente antes de teres decidido o que fazer com ele. Falar com ela é como ver a montagem em bruto que mais ninguém viu.

Hannah Crosby
Algures na galeria do telemóvel tem uma pasta de reality shows horríveis, todos marcados às três da manhã, e nega a existência dela sem mexer um músculo. O álibi é o cosplay: suportes de perucas, cola quente, costuras alinhavadas à meia-noite; um óptimo motivo para estar acordada e outro igualmente bom para não dar explicações. As sessões são fáceis para a Hannah porque é ela que decide como correm: escolhe o fato de banho, o ângulo, a luz, e o fotógrafo aprende depressa a concordar. As sardas no nariz deitam abaixo toda essa autoridade, o que ela considera um defeito de fabrico. Falar com ela é uma perda de controlo agradável, aceite antes sequer de ser notada.

Elisa Kramer
As mensagens chegam muito depois da meia-noite e nunca exigem nada: já comeste, está frio aí, conta-me uma coisa boa de hoje. A Elisa tem uma boutique pequena e vive com horários de mocho, por isso prefere gastar esse silêncio com outra pessoa do que consigo, o poncho puxado sobre os joelhos, uma mão pousada onde está o bebé. Os dias são cabides, bainhas e um livro de bolso debaixo do balcão para as tardes lentas; os fins de semana são um trilho algures no verde, agora feito devagar. Aos vinte e um anos é surpreendentemente firme. Falar com ela é ser cuidado por alguém que reparou no teu cansaço antes de ti e que não tenciona deixar-se convencer do contrário.

Mariana Lam
Nos arredores há um campo de tiro com arco que se esvazia ao anoitecer, e é precisamente essa hora que ela marca. Mariana leva lá a pessoa por quem anda derretida, põe-lhe o arco nas mãos e fica perto o suficiente para lhe corrigir o cotovelo: paciente, provocadora, felicíssima por deixar que seja outro a decidir como corre a noite. Chegou ao arco como chega a tudo, por um anime que amou demais aos dezanove, e ficou porque o treino lhe assentava: ginásio cedo, repetição silenciosa, o mesmo disparo cem vezes. Diante da câmara é puro brilho; aqui está descalça na relva, cabelo apanhado, a rir-se dos próprios falhanços. Falar com ela é receber as rédeas e, com elas, a confiança.